Terça-feira, 29 de setembro de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Mundo Organização Mundial do Comércio fará reunião para decidir novo diretor-geral em 15 de fevereiro

Compartilhe esta notícia:

Ngozi Okonjo-Iweala é a escolha mais provável para preencher cargo.

Foto: Divulgação
Ngozi Okonjo-Iweala é a escolha mais provável para preencher cargo. (Foto: Divulgação)

A OMC (Organização Mundial do Comércio) informou nesta terça-feira (9) que seu principal órgão de tomada de decisões, o Conselho Geral, irá se reunir em 15 de fevereiro para decidir sobre o próximo diretor-geral. Ngozi Okonjo-Iweala, da Nigéria, é a escolha mais provável para preencher um vazio de liderança de meses no órgão de fiscalização do comércio global, depois que o governo dos Estados Unidos reverteu sua oposição à candidata na semana passada. Se confirmada por consenso, ela será a primeira mulher e a primeira africana a chefiar a OMC.

O órgão de 164 membros está sem líder desde que Roberto Azevêdo deixou o cargo, um ano antes do fim de seu mandato, em agosto. Os defensores de Okonjo-Iweala esperam que ela possa revigorar a instituição, que está enfrentando a maior crise de seus 26 anos de história, com membros incapazes de chegar a acordos sobre pactos comerciais e um programa de reforma.

O governo norte-americano de Donald Trump criticou a OMC e paralisou algumas de suas funções, incluindo as de seu principal órgão de apelação, que resolve disputas comerciais.

Brasil

Um ano depois do primeiro anúncio, o Brasil formalizou no dia 3 de fevereiro a oferta de abertura das licitações públicas a empresas internacionais. O País apresentou à Organização Mundial do Comércio uma lista de órgãos, bens e serviços que poderão entrar no acordo de compras governamentais.

Atualmente, 48 países integram o acordo, que dá isonomia a empresas nacionais e estrangeiras nas concorrências públicas. Em nota conjunta, os ministérios da Economia e das Relações Exteriores informaram que a medida abre acesso a um mercado de US$ 1,7 trilhão por ano e acelera o ingresso do Brasil na OCDE.

A principal mudança no acordo é dispensar empresas estrangeiras de ter representante legal no Brasil para participar das licitações. A exigência passará a ser obrigatória apenas para a empresa que vencer a concorrência. A documentação de fornecedores será reconhecida mutuamente.

O acordo não abrange apenas a compra de produtos, mas de serviços e obras públicas. Dessa forma, uma empresa estrangeira poderá disputar em igualdade com a empresa nacional licitações que vão da compra de material de escritório e de serviços de computação à empreendimentos de construção civil.

De acordo com os dois ministérios, o acordo poderá resultar em aumento das exportações brasileiras, ao abrir o acesso de empresas brasileiras a licitações de outros países. “A adesão ao acordo promoverá a redução de gastos públicos e a melhoria da qualidade dos bens e serviços governamentais, e incentivará as exportações brasileiras e os investimentos externos no País”, destacou a nota. O comunicado não detalhou a lista de bens, serviços e órgãos.

A proposta de adesão do Brasil ao GPA tinha sido formalizada pelo governo brasileiro na reunião do Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), em janeiro do ano passado. Em fevereiro de 2020, o País anunciou a desburocratização da participação de empresas estrangeiras em licitações nacionais. As regras inicialmente entrariam em vigor em maio, mas foram adiadas para outubro do ano passado por causa da pandemia de Covid-19.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Mundo

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

1 Comentário
mais recentes
mais antigos Mais votado
Edu Filho
9 de fevereiro de 2021 21:28

Estes Jornalistas São Uns IDIOTAS, Vejamos:
” Se confirmada por consenso, ela será a primeira mulher e a primeira africana a chefiar a OMC. ”
Pouco Importa Se É Mulher ou Homem, E Estes ” Patifes dos Jornalistas ” para DIVIDIR Mais Só Faltou Dizer ” Que Além de Mulher É Negra “.
Estes PATIFES Dos Jornalistas Em Sua Maioria SÃO DOENTES.
E Jornalista É Para Dar NOTÍCIA E NÃO FORMAR OPINIÃO.

Ibis Budget Curitiba Centro oferece conforto e qualidade com preço justo
Brasil pode descartar mais de 12,7 bilhões de máscaras de tecido
Pode te interessar
1
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x