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Viagem e Turismo Palácio de Versalhes abre as portas para hospedagem

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A edificação do Le Grand Contrôle foi construída em 1681 pelo arquiteto Jules Hardouin-Mansart. (Foto: Reprodução)

Viajar ainda não voltou à trivialidade, mas nada impede programar as próximas férias dos sonhos. Que tal incluir na lista de desejos, então, uma hospedagem em um dos castelos mais visitados do mundo?

Recentemente, o grupo francês Airelles inaugurou o Le Grand Contrôle, hotel de luxo localizado nas dependências do Palácio de Versalhes, com diárias que partem de R$ 10 mil.

A experiência de reviver a opulência da monarquia francesa do século XVIII vai além da decoração, que manteve todas as características da época: lustres de cristal, mobiliário barroco, papel de parede e pinceladas de ouro. O hóspede também terá à sua disposição um mordomo e um guia privativo para visitar as dependências do palácio, além de aulas particulares de ioga.

História

Um “modesto” pavilhão de caça em Versalhes que, na época, era uma aldeia rural nas imediações de Paris, foi a base para a construção do conjunto de prédios que forma o palácio, idealizado por Luis XIII em 1623 como um abrigo da realeza distante dos problemas típicos da cidade grande. Expandido e consagrado como símbolo da monarquia absoluta, acolheu sucessivamente, em mais de 100 anos, a corte de Luis XIV, Luis XV e Luis XVI.

A edificação do Le Grand Contrôle foi construído em 1681 pelo arquiteto Jules Hardouin-Mansart. Ao longo dos séculos, o local recebeu membros da elite política, cultural, embaixadores e artistas até 1857, quando foi confiado ao exército. Dois séculos depois (foi adquirido pelo grupo Les Airelles em 2016), passou por uma restauração completa para oferecer 14 acomodações de luxo.

O arquiteto e designer de interiores responsável pela restauração, Christophe Tollemer, realizou um trabalho em conjunto com Emmanuelle Vidal-Delagneau, especialista em arte francesa, para cuidar para que cada detalhe não fugisse de um autêntico espaço do século XVIII.

O conceito foi recriar a arte de viver e de servir franceses não só nas acomodações, mas no serviço oferecido no spa e na área gastronômica, supervisionada pelo chef Alain Ducasse, que acumula 21 estrelas Michelin no currículo.

O famoso estilo Luis XV — Madeira nobre, como nogueira ou carvalho, porcelana, mármore, bronze e dourado são típicos deste estilo de decoração que, combinados a elementos contemporâneos, costumam criar uma atmosfera opulenta, porém, sofisticada. Tecidos com temas florais são a principal inspiração para as enormes cortinas e para revestir sofás, poltronas e roupas de cama.

No hotel, a restauração permitiu trazer o palácio para os dias de hoje, com a instalação de luzes em LED nos lustres, zero uso de plástico nos quartos, energia geotérmica e alimentos de produtores locais — e com banheiros de cair o queixo, cômodo que não existia no castelo nos tempos da monarquia. As televisões, no entanto, deram lugar a imensas janelas para apreciação dos jardins e fontes, que somam mais de 800 hectares.

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