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Tecnologia Para 48% da geração Z, a inteligência artificial é mais prejudicial que benéfica

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O entusiasmo com IA caiu 14% em um ano e a esperança também foi junto, com queda de 9%. (Foto: Reprodução)

Uma pesquisa da Gallup, em parceria com a GSV Ventures e a Walton Family Foundation, constatou que parcela significativa da geração Z (pessoas nascidas entre 1995 e 2010) não abraçou completamente a inteligência artificial (IA) como solução para tudo. Quase metade dos entrevistados (48%) acha que a IA pode causar mais prejuízo do que benefício no mercado de trabalho, e 80% dizem que usar IA como atalho atrapalha o aprendizado.

Não é só impressão: o entusiasmo com IA caiu 14% em um ano e a esperança também foi junto, com queda de 9%. Enquanto isso, o número de jovens com “raiva declarada” da tecnologia subiu de 22% para 31%.

Essa mudança de humor preocupa porque, historicamente, quando jovens rejeitam uma tecnologia, acende um sinal de alerta. Vide Zune, Google+ e o Fire Phone.

Por trás disso tudo, há um combo de preocupações reais: perder emprego, depender demais da tecnologia e até ficar “menos inteligente”. A própria pesquisa aponta que muitos jovens não acreditam que a IA melhora a criatividade ou pensamento crítico. Pelo contrário, acham que pode piorar. Além disso, cerca de 44% dos trabalhadores da geração Z admitem que já sabotaram iniciativas de IA no trabalho.

Mundo corporativo

Enquanto isso, no mundo real corporativo, a história é mais complexa. Uma outra pesquisa da Gallup mostra que muita gente já usa IA no dia a dia. Cerca de três em cada dez trabalhadores empregam a ferramenta com frequência.

No entanto quase metade dos trabalhadores com acesso à IA simplesmente opta por não usá-la. O motivo? Preferem fazer do jeito antigo, têm dúvidas éticas, não confiam na tecnologia ou simplesmente são muito orgulhosos para usar.

No fundo, a tensão maior é sobre o futuro. Hoje, 18% dos trabalhadores acham provável que seus empregos desapareçam por causa da tecnologia nos próximos anos.

A IA não está sendo rejeitada totalmente, mas também não está sendo abraçada sem questionamento, e talvez esse seja o ponto: pela primeira vez, a geração Z não está comprando uma tecnologia só porque ela é nova e “cool”. Eles estão olhando, testando… e desconfiando. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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