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Economia Para o presidente da Câmara dos Deputados, o cheque especial é “uma extorsão”

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Para Maia, a medida aprovada no Senado, que estipula teto de juros de 30%, poderia encarecer outras linhas. (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criticou os juros do cartão de crédito e do cheque especial dos bancos. Segundo ele, esse dois produtos distorcem o sistema financeiro brasileiro para pior.

Para ele, que se referiu ao cheque especial como uma “extorsão” ao cidadão, o ideal é que esse debate conte com a iniciativa do próprio sistema financeiro que, na opinião do deputado, precisa melhorar sua relação com a sociedade.

Na avaliação do presidente da Câmara, os bancos poderiam estar ajudando mais para facilitar o crédito para micro, pequenas e médias empresas, mas ele ressaltou que aumentar a tributação sobre os bancos não é uma solução.

Os recursos não estão chegando e isso vai gerando um ambiente contra os bancos, mas não adianta, quando se aumentam os impostos, isso transfere para o consumidor. O problema do Brasil não é o tamanho da carga tributária, mas como ela é cobrada”, afirmou.

Maia disse ser contra o tabelamento de taxas de juros de cartão de crédito e cheque especial, mas defendeu, por outro lado, que esses produtos passem por uma reformatação.

As declarações de Maia foram dadas durante uma live promovida pela Genial Investimentos na terça-feira (7).

Maia informou ainda, após o presidente Jair Bolsonaro anunciar que testou positivo para Covid-19, que fará um exame de sangue, já que esteve com o chefe do Executivo há seis dias.

O presidente da Câmara minimizou o impacto político da doença de Bolsonaro, e disse acreditar que ele continuará suas atividades à distância, do Palácio da Alvorada, onde reside.

Educação Básica

Maia também disse que, na semana que vem, vai pautar a proposta que torna permanente o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Segundo ele, o texto (PEC 15/15), que está em análise em uma comissão especial, ainda será aperfeiçoado em algumas reuniões com o governo nesta semana.

O Fundeb foi criado em 2006 por uma emenda constitucional (EC 53) que estabeleceu o prazo de 14 anos para sua vigência. Esse prazo termina no dia 31 de dezembro deste ano.

Durante a live, Maia adiantou que há ainda a possibilidade de se votar uma nova proposta sobre o piso salarial dos professores.

É importante fazer a mudança do piso nacional, esses aumentos anuais geram distorções e a perda da administração das contas públicas”, defendeu. As informações são da agência de notícias Reuters e da Agência Câmara de Notícias.

 

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