Terça-feira, 20 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 3 de agosto de 2015
À medida em que os índices de popularidade derretem e a economia não dá sinais de melhora, cresce no PT e no governo federal a pressão para que a presidenta Dilma Rousseff mude de postura e a comunicação de sua gestão. Em busca de carisma e empatia, a nova aposta para tentar “suavizar” a imagem da chefe do Executivo é expor sua veia cultural. A ideia é difundir em bate-papos nas redes sociais, entrevistas e programas de TV o gosto dela por temas como música e literatura.
Pessoas próximas da presidenta dizem que há um contraste entre sua imagem pública, de mulher dura, com a que revela na intimidade, ao conversar sobre artes. Essa investida se somaria à nova Dilma que, neste início de segundo mandato, está mais magra, graças a uma dieta, e todas as manhãs anda de bicicleta nos arredores do Palácio da Alvorada.
A ofensiva não se resume ao verniz na imagem pessoal de Dilma. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e petistas ligados a ele insistem para que a presidenta dê mais entrevistas e promova mais o governo em viagens e solenidades. (AG)
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