Segunda-feira, 18 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 11 de dezembro de 2025
Partido já avalia que perda de mandato de Eduardo (foto) por faltas e de Ramagem por condenação é inevitável
Foto: Reprodução/YouTubeO Partido Liberal (PL) já considera como certa a cassação dos mandatos dos deputados Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Alexandre Ramagem (PL-RJ), conforme apuração da CNN Brasil.
No caso de Eduardo Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, a situação é diferente dos demais parlamentares que enfrentam processos de cassação na Câmara. Enquanto os deputados Carla Zambelli (PL-SP) e Glauber Braga (PSOL-RJ) têm seus casos analisados diretamente pelo plenário. “No caso de Eduardo Bolsonaro, que não tem uma condenação ainda, essa questão da pena de mandato dele será avaliada pelo número de faltas”, explica Soares.
Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde fevereiro e, após um período de licença, suas faltas começaram a ser contabilizadas a partir de julho. De acordo com a Câmara dos Deputados, ele já ultrapassou o limite de ausências permitido. Nesta quarta-feira, foi publicado no Diário Oficial um prazo de cinco dias para que o deputado tente justificar suas faltas e evite a perda do mandato.
“O que me dizem integrantes do PL, eles já consideram como certa a cassação de Eduardo Bolsonaro nesse caso específico. Aliados de Hugo Motta me dizem, também, que é um caminho sem volta, que a perda de mandato dele será decretada ainda esse ano”, informou a analista.
Mudança de cenário para outros deputados
Durante a análise do caso de Glauber Braga, houve uma mudança importante: um destaque aprovado transformou a possível cassação em suspensão. Segundo Jussara Soares, essa alteração pode beneficiar também Carla Zambelli.
“Mudou totalmente o cenário. Com a votação aprovada para suspensão de Glauber Braga, isso abre uma brecha inteira para Zambelli, que tem duas condenações e, lembrando, está presa na Itália”, explicou a analista, destacando que aliados de ambos os deputados estão articulando para preservar seus mandatos.
Outro ponto de controvérsia envolve o procedimento adotado pelo presidente da Câmara, Hugo Mota. Há um entendimento do Supremo Tribunal Federal de que, quando há condenação expressa determinando a perda de mandato de um parlamentar, o caso não precisaria passar pelo plenário, sendo uma ação direta da mesa diretora. No entanto, Hugo Mota decidiu colocar os casos em votação no plenário, contrariando esse entendimento.
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