Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2020

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Brasil Paula Toller entra com ação de indenização contra o PT e Fernando Haddad

A vocalista da banda Kid Abelha pede R$ 200 mil ao partido por utilização indevida de imagem e obra. (Foto: Reprodução de TV)

O pedido de Paula Toller ao PT, em outubro, para suspender o uso da canção Pintura Íntima por ativistas pró-Haddad, não foi atendido, segundo ela. Entretanto, a vocalista ganhou no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) e foram retirados, das redes sociais, os vídeos com o refrão da música.

Caso encerrado? Não. Semana passada, a vocalista da banda Kid Abelha decidiu entrar ação na Justiça contra o partido e Haddad, na condição de uma das detentoras dos direitos autorais da música.

Toller pede R$ 200 mil ao PT pela utilização indevida de imagem e obra. A veiculação da propaganda, segundo consta da petição, começava com a imagem de um dos integrantes da banda, Jorge Israel, tocando sax. E prosseguia com a autora cantando e dançando o refrão “Fazer amor de madrugada, Amor com jeito de virada”. Toller informa que não há interesse da sua parte em manter audiência de mediação ou conciliação.

Ex-presidente francês

O ex-presidente da França François Hollande foi ouvido como testemunha na investigação sobre a venda – que não foi concluída – de aeronaves francesas para o Brasil durante o governo de Dilma Rousseff. O ex-mandatário brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva é acusado de lavagem de dinheiro e tráfico de influência neste caso.

A audiência com Hollande aconteceu no dia 4 de julho em Paris no escritório do francês, segundo confirmou um membro de sua equipe ao jornal Le Canard enchaîné nesta quarta-feira (10).  De acordo com o veículo, o antecessor de François Hollande na Presidência francesa, Nicolas Sarkozy, também recebeu uma intimação da polícia para ser interrogado neste caso no mesmo dia, mas se recusou a comparecer.

A defesa de Lula indicou em março de 2017 que tinha solicitado a participação de ambos os ex-presidentes franceses como testemunhas para provar sua inocência. O PNF (Ministério Público Nacional francês) não quis comentar.

O caso

A Justiça brasileira investiga as condições em que o país encerrou, em dezembro de 2013, mais de dez anos de negociações e adiamentos, escolhendo 36 caças do modelo Gripen sueco às custas dos aviões Rafale franceses e dos F/A-18 Super Hornet da americana Boeing, por um contrato de 4,5 bilhões de dólares. Neste caso, o ex-presidente brasileiro Lula, que está preso desde abril de 2018 por outro caso de corrupção, é acusado de lavagem de dinheiro, tráfico de influência e organização criminosa.

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