Sábado, 04 de Abril de 2020

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Brasil Pesquisadores formam rede para investigar chikungunya no Brasil

Na semana anterior, eram 775 casos confirmados de dengue, sendo 686 autóctones. (Foto: Divulgação)

Uma parceria que une o Ministério da Saúde, o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas da Fundação Oswaldo Cruz e a Organização Pan-Americana de Saúde promoveu o lançamento da Rede de Pesquisa Clínica e Aplicada em Chikungynya (Replick). O consórcio nacional de estudos clínicos sobre a doença foi anunciado em evento nesta sexta-feira (10).

O evento ocorreu no Rio de Janeiro e marcou o lançamento da rede que tem como objetivo promover uma ampla discussão sobre os desafios enfrentados na prática clínica e na busca por evidências científicas para um melhor tratamento da infecção Chikungunya. O grupo é multidisciplinar e inclui desde profissionais da área da saúde, como médicos, fisioterapeutas e psicólogos, até economistas e cientistas sociais.

Além da evolução dos quadros clínicos, os pesquisadores querem mapear os impactos da doença no trabalho, no lazer e no estado psicológico e emocional dos pacientes. Os dados serão obtidos através do acompanhamento de dois mil voluntários durante três anos.

Segundo o portal do Ministério da Saúde, o evento contou com a participação de integrantes da Replick e seus parceiros estratégicos do Ministério da Saúde e da Organização Pan-Americana da Saúde.

A doença no Brasil

De acordo com o Boletim Epidemiológico de Abril de 2019 do Ministério da Saúde, em 2019, entre janeiro e o final de março foram registrados 15.352 casos prováveis de chikungunya no país, com uma incidência de 7,4 casos por 100 mil habitantes. Até a data do boletim, foram confirmados 2 óbitos (1 na Bahia e 1 no Rio de Janeiro) por chikungunya e existem outros 14 óbitos em investigação.

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