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Economia Petrobras recebe documentos e analisa na sexta indicação de Caio Paes de Andrade

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Documentos foram recebidos na tarde desta terça-feira (21), segundo a companhia. Executivo deve substituir José Mauro Coelho, que pediu demissão na segunda-feira.

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Documentos foram recebidos na tarde desta terça-feira (21), segundo a companhia. Executivo deve substituir José Mauro Coelho, que pediu demissão na segunda-feira. (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

A Petrobras informou nesta terça-feira (21) que o Comitê de Elegibilidade da companhia vai se reunir na sexta-feira (24) para analisar a indicação de Caio Paes de Andrade para a presidência da estatal.

Segundo a Petrobras, os documentos necessários para analisar a indicação do executivo foram recebidos “na parte da tarde de hoje”.

Paes de Andrade foi indicado ao cargo há um mês, mas a troca tem esbarrado nos trâmites legais definidos para a substituição. O indicado para a chefiar a estatal é o atual secretário de desburocratização do Ministério da Economia.

Na segunda-feira, José Mauro Coelho pediu demissão e deixou a presidência e o conselho de administração da Petrobras. Mauro Coelho passou a ser pressionado pelo governo após novo reajuste de preços do diesel e da gasolina.

De olho na reeleição, o presidente Jair Bolsonaro tem criticado os reajustes de preços dos combustíveis realizados pela estatal. Bolsonaro chegou a chamar de “estupro” o lucro da estatal.

Até a conclusão da análise da indicação de Paes de Andrade, a Petrobras escolheu o diretor executivo de Exploração e Produção da companhia, Fernando Borges, como presidente interino.

Histórico de demissões

José Mauro Ferreira Coelho foi o terceiro presidente da Petrobras no governo Bolsonaro.

O primeiro a assumir o comando da estatal durante o governo do presidente Jair Bolsonaro foi o economista Roberto Castello Branco, indicado logo após as eleições de 2018.

Castello Branco foi nomeado para cargo em janeiro de 2019 e demitido em fevereiro do ano passado pelo presidente Bolsonaro, que alegou estar insatisfeito com os reajustes nos preços de combustíveis durante a gestão do economista.

O nome indicado para substituir Castello Branco foi o do general Joaquim Silva e Luna. O militar tomou posse do cargo em abril de 2021 e permaneceu no posto até março deste ano.

O general permaneceu 343 dias no cargo e foi demitido em abril deste ano por ter seguido a lógica de mercado para definição dos preços.

Após a saída de Silva e Luna, o governo chegou a indicar os nomes do economista Adriano Pires e do empresário Rodolfo Landim para assumir o comando da estatal. No entanto, ambos informaram que não poderiam assumir os postos.

Em abril, o governo indicou José Mauro Coelho para assumir o comando da estatal. O executivo assumiu a presidência da Petrobras no dia 14 do mês passado.

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