Sábado, 25 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 15 de julho de 2021
A PC (Polícia Civil) já instaurou inquérito policial para investigar as causas do incêndio de grandes proporções que atingiu o prédio da SSP (Secretaria de Segurança Pública do RS) na noite de quarta-feira (14). Dois bombeiros que desapareceram durante o combate às chamas ainda não foram localizados – o Corpo de Bombeiro deve seguir as buscas na noite desta quinta, com uso de drones e cães farejadores.
O inquérito está sob responsabilidade da 17ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre, sob coordenação do delegado Daniel Ordahi. Na tarde desta quinta-feira (15), foram ouvidos pela Polícia Civil quatro servidores da Susepe que estavam no local no momento do incêndio e outros dois servidores devem ser ouvidos posteriormente. Os depoimentos foram acompanhados por peritos do IGP (Instituto Geral de Perícias), que já iniciaram o levantamento preliminar no prédio da SSP.
Inicialmente, o fato está sendo investigado como incêndio culposo, mas, como nenhuma hipótese pode ser descartada, a verificação do caso também passará pela possibilidade de incêndio criminoso.
“Vamos determinar, se possível, a origem de fogo e todas as respostas necessárias. Somente a análise do local, os depoimentos das testemunhas e as imagens que vamos resgatar vão dar as respostas”, diz a diretora-geral do IGP, Heloisa Kuser.
Atendimento ao cidadão
Em razão do incêndio, o Departamento de Comando e Controle Integrado da SSP, responsável pela gestão de atendimento aos telefones de emergência das vinculadas (BM, PC, IGP, CBM e DETRAN) e despachos de viaturas foi mobilizado em caráter provisório para as dependências do 9º Batalhão de Polícia Militar.
O Departamento de Informática da Brigada Militar viabilizou posições de atendimento centralizadas para todos os telefones de emergência de todos os órgãos vinculados.
A população pode continuar a ligar para o 190 para acionar a Brigada Militar, o 193 para os Bombeiros e o 197 da Polícia Civil.
O agendamento e o atendimento para carteiras de identidade pelo site do IGP (www.igp.rs.gov.br) permanece normal. Para casos emergenciais, o Departamento de Identificação do IGP em Porto Alegre está atendendo pelo telefone (51) 3223-6122. O telefone (51)3288-5150 está temporariamente suspenso em razão do incêndio.
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Estranho, abrir inquérito para que? 1 – O prédio não poderia funcionar sem álvara de incêndio. 2 – O Corpo de Bombeiros deveria ter interditado o prédio por falta da execução de PPCI após 2 anos do prazo legal. Simples: Indicie-se o governador e os últimos comandantes do Corpo de Bombeiros responsáveis pelos itens 1 e 2 por : a – homicidio culposo duplo b – Dano grave ao patrimônio público(ruína do prédio no valor de R$ 20.000.000,00)
Quando são os empreendimentos privados, os empresários são obrigados a investir o que tem e o que não tem senão suas empresas são interditadas com a assistência da policia( que ironia) muitas vezes por 1cm de diferença na largura de um corredor, ou 1 placa de saída de incêndio que não funciona.
Claro, sempre com equipes diferentes em cada vistoria, então fica aquela loteria, qual o problema que vão achar desta vez???
Olhem o prédio da SMOV da prefeitura de Porto Alegre, vejam o prédio da SEFAZ, olhem os prédios públicos em geral! Nada passa! Olhem as escolas, onde estão os PPCI executados??
Não existe isso de “melhorar a segurança”! Ou está conforme é previsto na legislação ou não pode abrir e funcionar! Simples!
Já pensaram se fosse durante o dia e estivesse cheio de gente? Quantas pessoas teriam morrido? Novamente por negligência criminosa dos agentes públicos?? Mas não julgaram ainda o caso da Kiss e o Rio Grande do Sul tem mais 1 caso para se envergonhar?