Quarta-feira, 05 de Agosto de 2020

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Brasil Polícia Federal descarta “conduta omissa” e incêndio criminoso no Museu Nacional, no Rio

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Grande parte do acervo foi destruída pelas chamas no dia 2 de setembro de 2018

Foto: Reprodução de TV
Grande parte do acervo foi destruída pelas chamas no dia 2 de setembro de 2018.. (Foto: Reprodução de TV)

A PF (Polícia Federal) concluiu, nesta segunda-feira (06), o inquérito do incêndio no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, e descartou “conduta omissa” por parte dos gestores do espaço. O laudo pericial também atesta que não houve incêndio criminoso. Grande parte do acervo foi destruída pelas chamas no dia 2 de setembro de 2018.

A perícia técnica-criminal confirmou que o fogo começou no Auditório Roquette Pinto, que fica no primeiro andar, perto da entrada principal do museu. O local provável do início do incêndio foi um dos aparelhos de ar-condicionado que fica no auditório. Não houve feridos.

Segundo a investigação, em agosto de 2015, o Corpo de Bombeiros esteve no prédio para fazer uma fiscalização, que acabou não sendo concluída. O oficial dos bombeiros que não terminou a inspeção acabou sendo punido administrativamente.

Após a fiscalização, o reitor da UFRJ e a diretora do Museu Nacional entraram em contato com o BNDES para fazer a revitalização e adequação do prédio ao Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico. O contrato foi assinado em junho de 2018, porém, o valor não foi desembolsado antes da ocorrência do sinistro.

Com base nas provas reunidas, a PF não caracterizou a conduta dos gestores como omissa, já que, apesar das obras de restauração não terem começado na época do incêndio, a verba para a reforma do prédio já havia sido definida meses antes.

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