Quinta-feira, 20 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 4 de novembro de 2021
Média diária de internações em UTIs caiu 86,25% em outubro em comparação ao início de abril
Foto: Cesar Lopes/PMPAPorto Alegre atingiu no mês de outubro o menor índice de internações por Covid-19 em leitos de UTI desde o início da pandemia. A média diária de ocupação de vagas caiu 86,25% em outubro em comparação ao início de abril, quando foi registrado o pico da pandemia.
Dados do Painel Covid-19 da Prefeitura de Porto Alegre apontam que a média móvel semanal, considerando os sete dias anteriores, teve o maior registro em 3 de abril, com 880 pacientes internados em leitos de terapia intensiva em decorrência da doença.
O dia com maior número de internados, entretanto, ocorreu em 27 de março, quando 903 pessoas estavam em estado grave nos hospitais da Capital. Após esse pico, os números passaram a cair, atingindo a média móvel de 121 internações em 23 de outubro. Números mais recentes não foram considerados, pois ainda podem passar por atualizações.
“No momento mais crítico da pandemia, montamos uma força-tarefa em parceria com os hospitais e conseguimos abrir 248 leitos de UTI e 705 leitos clínicos para suportar a alta demanda de internações. Hoje, felizmente, foi possível direcionar esses leitos para o tratamento de outras doenças”, destaca o secretário municipal de Saúde, Mauro Sparta.
Para Sparta, o avanço na campanha de vacinação contribuiu para a queda. “Hoje, temos 118 pacientes internados na UTI. Quase oito vezes menos em relação à março”, enfatiza o secretário.
O vacinômetro da Capital indica que 98,4% da população acima de 12 anos já está imunizada contra a Covid-19 com ao menos uma dose, e 81,8% com o esquema vacinal completo.
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Se o plano de Bolsonaro, a tal imunidade de rebanho, tivesse apoio popular, qual seria o número de mortos? Conta fácil. População: aproximandamente 200 milhões. 70% infectado: aproximadamente 150 milhões. Óbitos previsto com medidas preventivas em torno de 2% dos infectados = 3 milhões de óbitos. Mas o sistema de saúde colapsaria o que indica que o número de mortos seriam no mínimo o dobro. Bolsonaro queria matar 6 milhões de brasileiros, isto é fato.