Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 2 de agosto de 2020
Em uma operação integrada, realizada na noite de sábado (1°) pela GM (Guarda Municipal) e pela BM (Brigada Militar), duas casas noturnas que, segundo a prefeitura de Novo Hamburgo, funcionavam como locais de prostituição foram fechadas na cidade do Vale do Sinos. A ação foi desencadeada por volta das 20h e mobilizou um efetivo de 15 agentes. Três festas particulares também foram encerradas no final de semana em Novo Hamburgo, em virtude de denúncias de descumprimento das normas de distanciamento social.
Ao todo, 114 pessoas foram flagradas e identificadas. O primeiro alvo, uma casa de prostituição no bairro Rio Branco, contava com 14 frequentadores, a maioria deles sem máscara. No segundo estabelecimento, localizado no bairro Primavera, oito pessoas foram localizadas. Foi lavrado termo circunstanciado para todos os presentes. Eles deverão responder administrativamente por descumprimento ao decreto municipal que determina o distanciamento social para combater o novo coronavírus.
Apostas clandestinas
Em outra operação integrada para combater o funcionamento das casas de apostas clandestinas e o descumprimento das medidas de distanciamento social, foi fechado em Novo Hamburgo, no último dia 24, o quarto estabelecimento ao longo daquela semana. Os trabalhos contaram com a participação da GM, Polícia Civil, BM e CBM (Corpo de Bombeiros Militar) e mobilizaram um efetivo de 21 agentes das forças de segurança.
Ao todo, 11 pessoas foram flagradas e identificadas na casa de apostas, localizada no bairro Ideal. O estabelecimento contava com 50 máquinas de jogos eletrônicos, que serão apreendidas e recolhidas a depósito. Em virtude do grande volume, elas foram parcialmente inutilizadas e o dinheiro existente recolhido – um total de R$ 9,3 mil. O prédio foi interditado pelo CBM e a BM lavrou termo circunstanciado para todos os presentes.
O responsável pela casa de apostas tentou fugir, mas foi capturado pouco tempo depois pelo efetivo destacado para a operação. Ele será enquadrado no Art. 50 da Lei de Contravenções Penais, que trata da exploração de jogos de azar. A pena, em caso de condenação, corresponde a prisão (três meses a um ano), multa e confisco de bens apreendidos.
Ele também responderá administrativamente por descumprimento ao decreto municipal que regulamenta as normas de distanciamento social visando o combate à pandemia de Covid-19. As multas previstas variam de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão. Em caso de reincidência, esses valores dobram. As informações são da prefeitura de Novo Hamburgo.
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