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Polícia Presa quadrilha que distribuía grandes quantidades de drogas em Porto Alegre; líder foi capturado em condomínio de luxo

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Policiais civis cumpriram 30 mandados judiciais em Porto Alegre e Gravataí

Foto: Polícia Civil/Divulgação
Policiais civis cumpriram 30 mandados judiciais em Porto Alegre e Gravataí. (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (25), a Operação Cartão Vermelho para prender integrantes de uma organização criminosa especializada na distribuição de drogas e na lavagem de dinheiro em Porto Alegre.

Foram cumpridos 30 mandados judiciais – 11 de prisão temporária, 11 de busca e apreensão, cinco bloqueios de contas bancárias e três sequestros de veículos – nos bairros Rubem Berta e Jardim Lindoia, na Zona Norte de Porto Alegre, e em Gravataí. A operação contou com a participação de 55 policiais civis distribuídos em 27 viaturas.

Seis criminosos foram presos. Um homem de 34 anos, apontado como líder da quadrilha, foi capturado em um condomínio de luxo no bairro Jardim Lindoia. Com ele, foi apreendido um veículo da marca Mercedes-Benz avaliado em mais de R$ 600 mil.

Na operação, os agentes apreenderam três veículos, três armas de fogo e cocaína. As investigações iniciaram em agosto de 2022, quando um casal foi preso com 18 quilos de crack na Zona Sul da Capital. A partir dessa apreensão, foi constatado que um esquema milionário de distribuição de drogas estava em curso na cidade. A Polícia Civil apurou que 13 pessoas mantinham uma rotina de compra e venda de drogas em grandes quantidades, além de movimentação ilícita de altos valores em contas bancárias diariamente.

“O grupo é especializado na distribuição de crack e cocaína em Porto Alegre e também na lavagem de capitais mediante transferência reiterada dos valores para contas de terceiros. A lavagem de dinheiro ocorria pela dissimulação e transferência contínua dos valores entre as mesmas contas para retirar a origem ilícita e de forma circular. Essas sucessivas transferências visavam encobrir a origem ilícita do dinheiro”, informou a Polícia Civil.

De maio a setembro de 2022, o grupo movimentou cerca de R$ 1,4 milhão em transferências bancárias entre traficantes e laranjas. Uma advogada também é investigada por auxiliar a quadrilha, colocando veículos em seu nome. Os carros eram utilizados para transporte de drogas. Ela também estaria orientando juridicamente o grupo para facilitar a lavagem de dinheiro.

Uma Mercedes-Benz, avaliada em mais de R$ 600 mil, foi apreendida com o líder do grupo criminoso. (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

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Nicolas Marconi
25 de abril de 2023 16:14

Kkkkkk se futricaram.
Tem q colocar os nomes desses pangarés e o nome de quem deu os nomes para laranja

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