Domingo, 28 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 28 de junho de 2026
O presidente da OAB gaúcha, Leonardo Lamachia, reiterou sua preocupação com a queda na credibilidade do STF, fruto dentre outras razões, pelo comportamento de alguns de seus membros. Segundo ele, “a magistratura está sujeita a uma legislação específica, que limita manifestações públicas de juízes”, o que não vem sendo observado por alguns ministros do STF.
Lamachia conversou com o colunista sobre o tema, e mencionou como exemplo, a recente participação do ministro Gilmar Mendes, decano da Corte, no programa Roda Viva onde ele teria cometido várias imprudências, como a antecipação de posições em temas que estão sob julgamento no STF, a critica a colegas do tribunal, e inclusive sobre temas do Parlamento, assuntos que podem chegar a julgamento no próprio Supremo”. Para Lamachia, esta superexposição midiática de alguns ministros, não contribui para a Justiça.
Leonardo Lamachia observa que, embora estas declarações pudessem estar protegidas pela Constituição que assegura a liberdade de expressão, no caso dos magistrados é diferente. Segundo ele, “esta garantia, que vale para qualquer cidadão, no caso da magistratura, está sujeita a uma legislação específica, que limita manifestações públicas de juízes”.
O presidente da OAB gaúcha aponta ainda o ativismo judicial, que tem crescido, e o Inquérito 4781, conhecido como inquérito das Fake News, reiterando que o encerramento do procedimento aberto há sete anos, é o primeiro passo para o Supremo Tribunal Federal (STF) resgatar a credibilidade. Neste caso, a OAB pretende solicitar à Corte Interamericana de Direitos Humanos a análise do caso e a realização de uma audiência de conciliação.
Bahia chegou lá: um milhão de analfabetos.
Os dados divulgados pelo IBGE são implacáveis com a Bahia: o maior reduto do PT no Brasil, é o único estado brasileiro com mais de 1 milhão de pessoas analfabetas. Segundo a PNAD Contínua Educação 2025, o estado reúne cerca de 1,1 milhão de pessoas de 15 anos ou mais que não sabem ler e escrever, o que reacendeu debates sobre a situação da educação baiana. O estado é governado pelo PT desde 2007. Nesse período, a Bahia foi administrada por Jaques Wagner, Rui Costa e, atualmente, por Jerônimo Rodrigues, completando aproximadamente 20 anos de governos petistas ininterruptos em 2026.
No Rio Grande do Sul, mesmo com quatro reprovações permitidas, índices são ruins.
Mas, para o Rio Grande do Sul, os dados da educação também são desastrosos: no ranking nacional, o Estado segue entre os piores desempenhos. No Ensino Fundamental, apenas quatro Estados registraram taxas de reprovação piores do que as gaúchas. No Ensino Médio, o Rio Grande do Sul também figura entre os seis piores índices do país. O fraco desempenho só não foi pior, porque o governo editou a famosa Portaria nº 924/2024, que passou a permitir a progressão parcial de estudantes reprovados em até quatro disciplinas.
Dnit confirma obras de dragagem d Lagoa Mirim
A aguardada dragagem da Lagoa Mirim deve começar nas próximas semanas. O Governo Federal confirmou, através do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) a ordem de início dos serviços para a aguardada dragagem da Lagoa Mirim, que têm previsão de começar em até 30 dias e receberão investimento de R$ 51,27 milhões. A obra, no trecho entre Santa Vitória do Palmar e o Canal São Gonçalo, em Pelotas, com prazo de execução de 23 meses vai recuperar a profundidade do canal, fortalecer a logística regional e ampliar a ligação com o Porto de Rio Grande.
Visita obrigatória de candidatos, o novo Hospital Regional do Pronto Socorro de Pelotas teve adiada mais uma vez a inauguração prevista inicialmente para o dia 30 de junho, A prefeitura alega problemas técnicos no sistema de climatização. Segundo o prefeito Fernando Marroni (PT), a principal falha está no sistema central responsável pelo ar-condicionado e pelo aquecimento de água, que precisará passar por adaptações.
Em Santa Catarina, pré-candidato ao governo João Rodrigues pode renunciar
Pré-candidato ao governo de Santa Catarina, o ex-prefeito de Chapecó, João Rodrigues apostou alto ao criticar o anúncio da obra da Via Mar, rodovia paralela à BR 101, e colocou a própria candidatura na mesa, desafiando ao governador Jorginho Melo, candidato à reeleição : “Se o Jorginho me apresentar o projeto da obra, só o projeto, eu renuncio e não sou mais candidato.” Segundo ele, “na véspera de uma eleição você lança uma obra de R$ 10 bilhões e não tem o projeto?”, provocou, antes de cravar que, se o projeto existir, encerra a vida pública: “Vou para casa.”
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A resposta de Jorginho Mello (PL) veio no Summit Cidades, em Florianópolis. O governador entregou uma cópia do projeto ao jornalista Upiara Boschi e devolveu a alfinetada sem citar nomes: “Teve algum falastrão dizendo que não tinha projeto.” A Via Mar, maior obra rodoviária da história do Estado, promete ser um dos temas centrais da disputa de 2026
Travesti, pré-candidata a deputada estadual pelo PL faz declaração polêmica no caso da prenda trans
Um vídeo publicado pela influenciadora Yolanda Panda, que se identifica como travesti e é pré-candidata a deputada estadual pelo PL no Rio Grande do Sul, ganhou ampla repercussão nas redes sociais nos últimos dias.
Na gravação, Yolanda comenta a participação de Bruna Pradella Machado, representante do CTG Quero-Quero, de São Jerônimo, no Concurso Regional de Prendas da 2ª Região Tradicionalista. Yolanda Panda afirmou no vídeo: “Prenda não tem bago (sic)”.
Ramiro Rosário revela que pré-candidata da esquerda, Juliana “passou por cima da herança da própria mãe e endividou a sua avó”.
Em um vídeo explosivo na sua conta do Instagram, o vereador Ramiro Rosário (Novo) afirma com base em documentos, que “Juliana Brizola é acusada de tirar o dinheiro da sua própria avó. Mas não é só isso. A denúncia também diz que ela passou por cima da herança que caberia ao seu tio, e à própria mãe dela. Em fevereiro deste ano, o tio entrou com uma ação na justiça.”
Segundo ele, “a ação aponta que Juliana pegou R$ 1,2 milhão que a avó recebeu como – indenização, e colocou todo esse dinheiro em um plano de previdência privada aberta em nome dela mesmo. A avó, dona do dinheiro, entrou só como beneficiaria. Ou seja: ela só receberia o valor se a Juliana morresse. Para a acusação, foi uma manobra: o dinheiro saiu do controle da avó e também saiu da herança que ela deixaria para o tio, e para a mãe de Juliana Brizola. A avó de 99 anos, faleceu em novembro passado. “
Ramiro afirma no vídeo que “com a morte da avó, esse dinheiro ficaria todo para Juliana, não fosse o detalhe que ela também teria endividado a própria avó, que morreu com 809 mil reais em dívidas tomadas no nome dela.”
Ramiro Rosário mostra outros documentos, e alerta no vídeo que “esta é só uma parte das acusações contra a pré-candidata aliada do PT, que quer ser governadora. Tem muito mais”.
Por Flavio Pereira.
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