Quinta-feira, 30 de abril de 2026
Por Redação O Sul | 26 de abril de 2026
Presidente ucraniano (foto) relaciona a guerra iniciada em 2022 a riscos nucleares e reforça alertas em data que relembra o maior acidente atômico da história
Foto: ReproduçãoO presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, acusou neste domingo (26) a Rússia de promover “terrorismo nuclear”, ao marcar os 40 anos do desastre na usina de Chernobyl, ocorrido ainda na era soviética. As informações são do jornal O Globo.
“A Rússia está mais uma vez levando ao mundo o fio de um desastre provocado pelo homem”, afirmou. “O mundo não pode permitir que continue este terrorismo nuclear”.
A data deste domingo, 26 de abril de 2026, marca quatro décadas do acidente considerado o mais grave da história nuclear. Às 1h23 da manhã de 26 de abril de 1986, uma falha catastrófica durante um teste de segurança no reator 4 provocou uma explosão que liberou grandes quantidades de material radioativo na atmosfera, com impactos duradouros em diferentes regiões da Europa.
Tragédia que atravessa gerações
O desastre foi resultado de uma combinação de falhas estruturais no projeto do reator e erros humanos. Durante cerca de dez dias, o material radioativo continuou sendo liberado, atingindo milhões de pessoas. A cidade de Pripyat, construída para abrigar trabalhadores da usina, foi evacuada e permanece até hoje desabitada, símbolo do impacto da tragédia.
Quatro décadas depois, o legado de Chernobyl ainda é tema de debate internacional. A Organização das Nações Unidas tem reiterado a importância da memória do desastre, que afetou diretamente territórios da Ucrânia, Belarus e Rússia, além de espalhar uma nuvem radioativa por grande parte do continente europeu.
O contexto atual adiciona novas preocupações. Desde o início da guerra, áreas próximas à usina foram palco de operações militares e episódios que levantaram temores sobre a segurança nuclear na região. Especialistas apontam que instalações desse tipo exigem estabilidade e monitoramento contínuo, condições comprometidas em cenários de conflito.
A Agência Internacional de Energia Atômica mantém acompanhamento constante da área, destacando que, apesar dos avanços na contenção, ainda há desafios técnicos de longo prazo relacionados à radiação residual e à preservação das estruturas de proteção.
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Qual difenca de Trump e Putin?? Nenhuma, os dois desvairados, loucos, só pensam em destruir o mundo. E o Trump, conseguiu prejudicar o mundo inteiro, nem sei o que esse animal, está fazendo na face da terra!
A esquerda antissemita & nazista apoia Putin