Segunda-feira, 29 de junho de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Chefe do Banco Central diz que investir na vacina é mais barato do que prorrogar o auxílio emergencial

Compartilhe esta notícia:

"O Brasil está fechando novos acordos para conseguir a vacina", declarou Campos Neto

Foto: Reprodução de TV
"O Brasil está fechando novos acordos para conseguir a vacina", declarou Campos Neto. (Foto: Reprodução de TV)

O presidente do BC (Banco Central), Roberto Campos Neto, afirmou nesta terça-feira (15) que é mais barato o governo federal focar em fechar acordos para vacinar a população contra a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, do que prolongar o auxílio emergencial.

“O Brasil está fechando novos acordos para conseguir a vacina. Agora, é uma corrida para ver quem tem a vacina mais cedo, como pode fechar a logística de distribuição. Isso muda todos os dias, mas eu acho que investir na vacina agora é mais barato do que prolongar as transferências diretas e planos como esses. Estamos concentrando nisso e é o que o mercado está focando”, declarou Campos Neto em um fórum com investidores internacionais.

O governo tem indicado que não prolongará o auxílio emergencial em 2021. Segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, há algumas parcelas a serem pagas à população no começo do ano que vem, mas relativas ao benefício aprovado neste ano.

A área econômica tem dado sinais de que esses serão os últimos pagamentos do benefício. Porém, há iniciativas no Congresso Nacional para estender a ajuda por mais alguns meses.

De acordo com o presidente do Banco Centraç, na maior parte dos países da Europa, assim como no Brasil, está havendo redução da mobilidade por conta do aumento da contaminação pelo novo coronavírus nas últimas semanas.

“A questão que aparece é qual o impacto que vai ter o crescimento do PIB no primeiro trimestre. O mercado estava no estágio de deixar de falar dos incentivos e falar mais na dinâmica das vacinas. A questão é como isso vai se desenvolver, uma vez que você vê um número maior de casos e restrição da mobilidade, que vai causar, de alguma forma, uma desaceleração da atividade no primeiro trimestre”, afirmou.

A estimativa do governo para o pagamento do auxílio emergencial é de R$ 321 bilhões, representando o maior gasto do pacote de combate à pandemia do novo coronavírus.

Embora o benefício tenha previsão para terminar em 2020, Guedes explicou recentemente que algumas parcelas da programação deverão ser pagas somente em 2021. Ao mesmo tempo, as despesas previstas com a vacinação da população estão estimadas em até R$ 25 bilhões.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

1 Comentário
mais recentes
mais antigos Mais votado
Gilberto Souza Oliveira
15 de dezembro de 2020 19:40

O presidente do Bacen está correto ao afirmar que é mais econômico vacinar preventivamente. Até os planos de saúde adotam as vacinas preventivas para economizar em tratamentos de saúde. Falta convencer os negacionistas….

Rio Grande do Sul registra 3.483 novos casos de Covid-19 e mais 85 mortes provocadas pela doença
Petrobras aumenta os preços da gasolina e do diesel nas refinarias
Pode te interessar
1
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x