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Política Presidente do Senado assume papel de “algoz” da oposição e tem surpreendido até aliados de Lula com a sua postura governista

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Mesmo após o rompimento do União Brasil com o governo, Alcolumbre manteve seus indicados em cargos da Esplanada.

Foto: Andressa Anholete/Agência Senado
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), afirmou a aliados ter 60 votos para rejeitar a indicação de Jorge Messias. (Foto: Andressa Anholete/Agência Senado)

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), consolidou-se como um dos principais articuladores do governo e tem surpreendido até aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com sua postura firme em defesa do Palácio do Planalto. Nas últimas semanas, posicionou-se contra a proposta de anistia ampla, geral e irrestrita defendida pelo PL, travou a tramitação da chamada PEC da Blindagem, apoiada por parlamentares bolsonaristas, e criticou de forma contundente a atuação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

“Alcolumbre tem que defender o Congresso. Essa é a função principal dele”, reagiu o presidente do PL, Valdemar Costa Neto.

Mesmo após o rompimento do União Brasil com o governo, Alcolumbre manteve seus indicados em cargos da Esplanada.

Outras notícias

Integrantes do Planalto ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo avaliam que a relação com o Congresso acabou sendo diferente do que se previa no início do ano. A expectativa inicial era de estabilidade na Câmara, sob o comando de Hugo Motta (Republicanos-PB), e dificuldades no Senado, com Alcolumbre. O cenário se inverteu: hoje, governistas perderam a confiança em Motta e passaram a considerar o presidente do Senado um aliado estratégico.

Parlamentares ligados ao governo destacam ainda que o clima na Casa é mais favorável do que durante a gestão de Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O antecessor de Alcolumbre chegou a devolver ao Executivo uma medida provisória e deu andamento a uma proposta de emenda constitucional que visava limitar o Supremo Tribunal Federal (STF).

O julgamento de Jair Bolsonaro e as discussões sobre a anistia ofuscaram a CPI do INSS, mas seus integrantes acreditam que o tema ganhará impulso em pleno ano eleitoral. Os trabalhos estão previstos para ocorrer até o final de março, véspera do prazo de desincompatibilização.

O ministro Luiz Fux, do STF, retirou da pauta do plenário virtual da Corte uma ação em que a Ordem dos Advogados do Brasil questiona a emenda constitucional que limita o pagamento de precatórios por Estados e municípios, e refinancia débitos previdenciários com a União. A PEC foi promulgada pelo Congresso no início deste mês.

“A nova emenda perpetua um estado de inadimplência crônica que fere de morte a garantia da coisa julgada e o direito de propriedade dos credores”, diz a OAB. Na semana passada, Fux tratou do tema com os prefeitos de São Paulo, Rio e Porto Alegre.

A presidente do Superior Tribunal Militar, Maria Elizabeth Rocha, classificou de “inaceitável afronta” a agressão à professora Melina Fachin, filha do ministro Edson Fachin, do STF. Melina foi xingada e atingida por uma cusparada ao deixar a universidade na semana passada.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu que o STF continue a processar por coação e injúria o deputado Otoni de Paula (MDB-RJ), que pediu desculpas publicamente por ter xingado o ministro Alexandre de Moraes em lives. A PGR entendeu que a retratação do réu só exclui o crime de difamação.

Em 2020, Otoni chamou Moraes de “canalha” e “esgoto” e insinuou ligações do ministro com facções. Em junho passado, gravou um vídeo pedindo perdão pelas “palavras inapropriadas”. “Com a alma cheia de paz no coração”, disse o pastor.

(Com informações do jornal O Estado de S.Paulo)

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Flavio Finardi
21 de setembro de 2025 13:01

O centrão como sempre defendendo seus próprios interesses, manda e desmanda, coloca e tira da presidência quem lhe convém ( nunca foi o titular, sempre o vice), apóia ou trabalha contra dependendo das barganhas oferecidas , quem negocia cargos, distribui emendas, dinheiro a rodo, oferece propina, facilita ao desvio, participa da corrupçãp desenfreada ( O Lula faz isso com maestria), esse agrada, age nas sombras, nos bastidores, os presidentes da câmara e do senado são sempre membros ou indicados pelo centrão, a quarenta anos dá as cartas (marcadas) no jogo político do país.

Anderson Cardoso da Silva
21 de setembro de 2025 13:53

Político do Brasil tudo corruptos , ladrões do dinheiro dos aposentados..
Diga não a políticos aliado ao condenado por corrupção do sítio de Atibaia e cobertura do Guarujá, Chegaram

Fora Lula Racista..

Vanderlei Stefani
21 de setembro de 2025 14:41

Por isso que o Bozo vigarista quis dar um golpe

Adalberto Meneguzzi
21 de setembro de 2025 14:32

Alguém tinha dúvidas que esse verme ficaria do lado do poder… poder ter mais $$$$!

Glaucio Dos Santos Brum
21 de setembro de 2025 14:49

Quando em um senado constituído por 81 senadores, o poder de decisão fica nas mãos de um só, podemos perceber o tipo de democracia que estamos vivendo. Os defensores da tirania, é claro, se esbaldam com tudo isso, enquanto os políticos nos mostram que têm preço, não valor.

João Souza
21 de setembro de 2025 15:37

Enquanto a política brasileira for dominada por políticos do norte e nordeste o Brasil não vai sair da merda. Até parece que os políticos de centro , sul e
sudeste gostam de ser dirigidos por corruptos . Ocorre que os políticos de norte e nordeste são unidos entre si, e os de sul,centro e sudeste são todos individualistas, cada um puxando pro seu lado. NÃO EXISTE COESÃO . Enquanto não se unirem em torno de um projeto único de governo, vão continuar sendo CAPACHOS de nortistas/nordestinos . Ou será que existe algo intere$$$$$$ante em ser comandado por eles.????

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