Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 11 de junho de 2015
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
Presidente do Tribunal de Justiça, o Desembargador José Aquino Flôres de Camargo disse nesta quinta-feira que o Judiciário gaúcho fêz a lição de Casa e, no contexto dos poderes, vem dando sua contribuição para a redução de despesas públicas. O presidente do TJ falou para uma plateia formada por profissionais ligados à área do Direito, durante reunião do Instituto dos Advogados do Rio Grande do Sul, no Hotel Plaza São Rafael. Em números, o desembargador Aquino Flores de Camargo detalhou a economia feita: na área de pessoal, por exemplo, as despesas foram reduzidas de 14%, em 2004, para 10,85% em 2014. A participação do Poder Judiciário no Orçamento total da Administração Direta do Estado diminuiu de 9,52% para 7,9% no mesmo período, enquanto as receitas próprias do TJ cresceram de 8,76% do total do Orçamento em 2007 para 20,67% em 2014. O presidente do Judiciário gaúcho atribui esses números “ao resultado de um conjunto de medidas criativas para otimizar rotinas e modernizar práticas já existentes”.
Ele enfrentou as críticas a benefícios concedidos à magistratura, explicando que “ é uma carreira de nível nacional que obedece a dispositivos determinados por órgãos superiores, como o Supremo Tribunal Federal e o Conselho Nacional de Justiça. Neste contexto, o pagamento do auxílio-alimentação foi decisão superior, exarada de determinação do CNJ, a qual cabe ao Tribunal de Justiça acatar.”
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