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Mundo Presidente dos Estados Unidos estuda classificar a maconha como uma droga menos perigosa

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O governo de Donald Trump estuda reclassificar a maconha como uma substância de menor risco, segundo o “The Wall Street Journal”.

A mudança, que não legalizaria a cannabis, mas reduziria restrições, permitiria deduções fiscais para empresas do setor e ampliaria pesquisas médicas, retomaria uma proposta iniciada durante o governo de Joe Biden e que não foi concluída.

O tema voltou à pauta após grandes doações de companhias ligadas à indústria da cannabis para grupos políticos próximos a Trump. No início de agosto, o clube de golfe do ex-presidente em Nova Jersey sediou um evento de arrecadação, com cotas de participação que chegavam a US$ 1 milhão.

Entre os presentes estavam executivos de empresas como a Trulieve — uma das maiores do mercado de maconha medicinal nos Estados Unidos —, representantes de farmacêuticas e companhias de criptomoedas, além de conselheiros políticos de Trump, segundo o jornal.

De acordo com fontes ouvidas pelo WSJ, Trump teria demonstrado interesse nas propostas apresentadas durante o encontro. A reclassificação colocaria a maconha em uma categoria com menor controle federal, o que facilitaria investimentos e pesquisas científicas.

O jornal aponta que o lobby pró-cannabis tem investido milhões de dólares em publicidade, pesquisas e na contratação de consultores próximos ao ex-presidente para influenciar a decisão.

Atualmente, a maconha é classificada pelo governo federal norte-americano como substância de “Lista 1” (Schedule I), o nível mais restritivo, junto de drogas como a heroína.

A mudança para a categoria “Schedule III”, informou o “WSJ”, poderia transferi-la para uma categoria menos rigorosa, permitindo novos estudos e maior acesso a tratamentos com cannabis medicinal.

Essa categoria, de acordo com o DEA (agência de repressão às drogas), classificaria a maconha como uma droga de “moderado a baixo potencial para dependência física e psicológica”. Ainda não há decisão final, e as discussões continuam dentro do governo Trump.

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Vanderlei Ochoa
9 de agosto de 2025 22:00

E aí, direitalha? Vão contestar o chefe??

Artur Borba
10 de agosto de 2025 02:50

Ppior que tá é nais o xandovyski chefe do pcc

Jorge Souza
9 de agosto de 2025 22:51

BAH, SE É AQUI NO BRASIL, JÁ ESTAVA CHEIO DE GENTE CONTESTANDO, DIZENDO QUE O PRESIDENTE TAVA JUNTO COM OS TRAFICANTES

Jorge Bressan
10 de agosto de 2025 00:00

Festa nas nossas universidades públicas!@

Bidio Rosa
10 de agosto de 2025 08:35

Acho Engraçado o Artur Borba..
Acusa os Outras Cuando .Falan en Drogo.

Lenbra dos 39 Kg de Cocaína.
No Avião da Comitiva Jair Bolsonaro.
General Eleno Sentadinho.
Incima do Produto? Kkkkk
Velinho Aqui Ten Memória? Kkk

Vanderlei Stefani
10 de agosto de 2025 12:27

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