Quinta-feira, 30 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 9 de agosto de 2015
O eleitor argentino começa a definir, neste domingo, quem assumirá o governo nacional depois de 12 anos de kirchnerismo. A disputa continua polarizada entre o governista Daniel Scioli e o opositor Maurício Macri, conforme as pesquisas.
Nesta eleição primária, serão selecionados os mais votados de cada partido ou coligação. Como a maioria dos que serão eliminados faz oposição ao atual governo, é com o apoio deles que Macri conta para tentar alcançar Scioli na eleição presidencial, a se realizar em outubro.
Os dois favoritos são mais conhecidos em Buenos Aires, onde vive 37% da população. Scioli é governador da província de Buenos Aires, e Macri o prefeito da capital argentina. A vantagem de exercerem cargos executivos no momento da campanha os aproximam do eleitor, segundo analistas. Ambos conseguiriam se distanciar do deputado Sérgio Massa, líder nas pesquisas há um ano e agora em terceiro lugar. Mesmo que não seja kirchnerista, Scioli é visto como o governante que tende a adotar mudanças graduais em algumas frentes.
Pesquisas
As pesquisas de intenção de voto variam, mas mostram Scioli na frente, com percentuais entre 35% e 41%. Escolherão Macri, conforme as enquetes, entre 26% e 29% dos 30,5 milhões dos eleitores da Argentina. Depois da votação, os pré-candidatos da coligação Cambiemos (Mudemos, em português) eliminados deverão apoiar Macri.
(Folhapress e AG)
Os comentários estão desativados.