Quinta-feira, 30 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 30 de julho de 2026
A taxa de desemprego do Brasil voltou a cair e chegou a 5,4% no trimestre encerrado em junho deste ano, após registrar 5,6% em maio. O número, divulgado nessa quinta-feira (30) pelo IBGE, veio em linha com o esperado por analistas de mercado e é o menor já registrado para um mês de junho.
No trimestre móvel anterior, encerrado em março, a taxa havia sido de 6,1%. Com isso, a população desocupada chegou a 5,9 milhões, em uma queda de 10,9% frente a esses três meses anteriores. Já em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, quando os desempregados eram 6,3 milhões, houve queda de 6,3%, o equivalente a uma redução de 392 mil pessoas desocupadas na força de trabalho.
Por outro lado, a população ocupada bateu recorde no contingente, chegando a 103,1 milhões de pessoas — o maior número de toda a série histórica. O aumento foi de 1,08 milhão (+1,1%) em relação ao trimestre encerrado em março, enquanto ante o período de abril a junho de 2025, o crescimento foi 0,7%, com mais 742 mil pessoas trabalhando.
Para o IBGE, desalento é a situação de quem gostaria de trabalhar e estava disponível, mas deixou de procurar emprego e, portanto, está fora da força de trabalho, por achar que não conseguiria uma vaga — seja por não ter experiência ou qualificação, ser considerado muito jovem ou idoso, ou não haver trabalho em sua região. Essas pessoas, no entanto, são consideradas dentro da força de trabalho potencial, e parecem estar retornando.
A população desalentada representa um total de 2,3 milhões e teve redução de 14,7% em relação ao trimestre anterior. Em relação ao mesmo período do ano passado, quando havia no Brasil 2,8 milhões de pessoas desalentadas, este indicador apresentou também uma variação negativa de dois dígitos (-17,0%).
Esse retorno de trabalhadores para o mercado de trabalho foi impulsionado principalmente pelas atividades de administração pública e de transporte, armazenagem e correios. O primeiro veio em movimento sazonal, já que no início de abril costumam ser contratados, na educação pública, trabalhadores sem carteira assinada voltados para o ensino básico, como professores, cuidadores de crianças e auxiliares.
Nos transportes, destacou-se um aumento de condutores de automóveis e motocicletas, voltados para entregas e para o transporte terrestres de passageiros. Essas atividades podem inclusive estar sendo resposáveis por trazer de volta aqueles que nem estavam procurando emprego.
Renda
A questão é que essas ocupações tendem a ser muitas vezes informais e com menores remunerações, o que vem impedindo maiores elevações na renda, que recua pelo terceiro mês seguido, chegando a R$ 3.738. Ainda assim, o número foi o maior que em junho de 2025, quando o rendimento real chegava a R$ 3.635.
O número de pessoas com carteira assinada, que alcançou os 39,4 milhões, chegou a bater recorde, sendo o maior contingente da série, embora a alta tenha sido considerada estabilidade estatística e o avanço daqueles sem carteira tenha sido ainda maior, com alta de 2,2% no trimestre e mais 288 mil pessoas.
Para o economista Rodolpho Tobler, os recordes da população ocupada e da carteira assinada têm mais relação com o crescimento natural da população com idade para trabalhar do que com resultados de fato expressivos nessas categorias.
Segundo ele, descontados os efeitos sazonais, a taxa de desemprego permanece entre 5,4% e 5,5% há cerca de seis meses, sem seguir batendo sucessivos recordes, como visto no ano passado. Ainda assim, a estabilidade em um patamar historicamente baixo mostra que o mercado de trabalho continua aquecido, sustentado pelo avanço da atividade no primeiro semestre, com um PIB até maior que o esperado. No entanto, a economia não deve se manter nesse nível por muito tempo.
Alguns sinais desse arrefecimento já podem ser observados inclusive nos resultados de hoje, na visão de Tobler, como o aumento da informalidade e a consequente queda da renda. Segundo o economista, isso não significa uma piora acentuada, mas aponta uma tendência de perda de fôlego, após o mercado de trabalho começar a se estabilizar, ainda em um patamar bastante positivo, no primeiro semestre.
Juros
Na avaliação dos economistas, os sinais de desaceleração do mercado de trabalho e da atividade econômica ajudam a abrir espaço para novos cortes de juros. Com menor pressão sobre a renda, a inflação também tende a perder força, o que deixaria de ser um obstáculo para a continuidade do ciclo de redução da Selic.
Os economistas avaliam que o mercado de trabalho deve perder fôlego no segundo semestre, acompanhando a desaceleração da economia. Descontados os efeitos sazonais, a taxa de desemprego pode subir do patamar atual, próximo de 5,5%, para perto de 6%.
Apesar da piora, Tobler ressalta que o desemprego continuaria em nível historicamente baixo. A desaceleração deve ocorrer de forma gradual, já que, embora os juros elevados pesem sobre a atividade, medidas de estímulo do governo ajudam a sustentar a economia. (Com informações do jornal O Globo)
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A MAIORIA É CONSIDERADO RECEBEDORES DE BENEFÍCIOS DO GOVERNO CORRUPTO POPULISTA EMPREGOS MESMO SÃO POUCOS E A MAIORIA COM SALÁRIOS MÍNIMO E MEIO MAL DÁ PRA SOBREVIVER, E OS DEMAIS SÃO AUTÔNOMOS , PIPOQUEIROS , ETC…DESEMPREGO GANHANDO MÍNIMO É PIADA.
Segundo numeros da Quadrilha do LADRÃO….somos uma Suiça….
Na realidade somos um BOSTIL…. mais da metade da população vive de auxilio do governo…
NÃO GERAM NADA…
A cidade brasileira com maior dependência proporcional conhecida é Itaubal (AP), no Norte do país, onde cerca de 93% dos habitantes dependem do Bolsa Família.
A DECADAS, MENTINDO, ROUBANDO, CORROMPENDO, CENSURANDO….UM CANCER
Não podemos nos basear por opinião de retardado mental. Então vamos aos fatos reais. programa Bolsa Família é combater a fome, o que é alcançado por meio de três finalidades centrais descritas na legislação federal: transferência direta de renda, interrupção do ciclo da pobreza e proteção social.Finalidades PrincipaisCombate à fome: Garantir segurança alimentar e nutricional para famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza com repasse financeiro direto.Ciclo da pobreza: Contribuir para que a pobreza não passe de uma geração para a outra, estimulando o acesso a direitos fundamentais.Proteção social: Promover o desenvolvimento e o apoio a famílias vulneráveis, com… Leia mais »
Que opinião? São dados. Sabe o que é isso? Se não souber, o que parece ser o caso, pesquise aí, por conta própria. Mais de 100 milhões de brasileiros recebem algum tipo de auxílio do governo. Mais de 40 milhões recebem bolsa família. Na boa, mal caratismo é pouco, pra falar que estamos bem. Tem três opções: ou é funcionário público, ou trabalha para o partido, ou é estudante profissional que ainda mora com os pais. Pode ser as três opções tb. Só nessas situações vai defender isso que está aí.
Todo mundo ganhando bolsa família, ninguém quer mais trabalhar. Tenta encontrar uma empregada doméstica????
Pobre de direita dando pitaco. Da evasão fiscal, da roubalheira que essa Elite podre promove no país tu não fala.
As pessoas que trabalhavam como doméstica estão nas empresas, que oferecem melhores salários, planos de saúde extensivo aos familiares, fundo de garantia, férias remuneradas e possibilidade de se desenvolverem profissionalmente. Contam tempo de sediará futura aposentadoria. Têm benefícios como vale alimentação. Contribuem para o INSS. Ficam embaixo de um guarda-chuva de processual. Se perderem o emprego tem o seguro desemprego para que se mantenham até conseguirem um novo trabalho. Você distorce o que é real no bolsa família, que tem como objetivo manter as crianças pobres na escola. Procura tw informar melhor. Você é uma boa pessoa. Pense nisso.
Só pode estar me chamando de idiota, pessoas sem instrução com 50 anos, aonde estão em empresas??? Já fali, tinha uma empregada doméstica eu falei vou assinar a tua carteira e pagar tudo o que um funcionário tem direito, ela falou, não quero, vou perder a bolsa família!
Que maravilha. Pleno emprego. Milhões de brasileiros conseguindo trabalho com a proteção do guarda-“chuva social” que é a carteira assinada. Apesar do tarifaço imposto pelo governo Trump, incentivado e negociado com a família bolsonaro nos STATES, Brasil melhorando. ESTADISTA LULA procurando novos mercados para nossos produtos, vide a visita do presidente sul-coreano ao nosso país recentemente. Abrir mercado e diminuir a dependência dos EUA. É importantíssimo. Não podemos depositar os ovos numa cesta só. POR QUÊ CHAMAMOS O ESTADISTA LULA DE ESTADISTA LULA?? Por essas e por outras. Parabéns ESTADISTA LULA. PRIMEIRO TURNO NAS PROXIMAS ELEIÇÕES. Brasil melhorando a cada… Leia mais »
Essas notícias são pagas obviamente…
Esse pessoal não tem vergonha de colocar esse tipo de notícia? Mais de 40 milhões de pessoas recebendo bolsa família sem trabalhar. E o pior, essa estatística ridícula, é baseada em pessoas que estão procurando emprego. Infelizmente esses mais de 40 milhões sequer fazem isso. Mas se formos contabilizar esse pessoal, o desemprego ultrapassa facilmente os 20%. É a herança que esses vermes esquerdistas deixarão. O fim da dignidade humana em troca de esmolas. Só quero ver até quando isso se sustenta. Mais bolsa família do que carteira assinada. Na Venezuela não durou muito.
Você tem razão, faz 6 meses que procuro uma empregada doméstica, e todas as pessoas q fali, não posso assinar carteira, ganho bolsa família. Minha faxineira ganha 4.mil líquido e ganha bolsa família!
Exatamente isso. Muitos nem casam, assim marido e esposa ganham. E nós pagamos, claro.
Sempre fui contra essa bolsa família, só em caso extremo, mas o Lula resolveu distribuir dinheiro para todo mundo, essa gente a maioria trabalha e ganha, sem carteira. Não há uma fiscalização.