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Economia Inflação do aluguel recua em julho no Brasil

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Com o resultado, o índice acumula alta de 2,08% no ano e de 2,76% em 12 meses

Foto: Divulgação
Com o resultado, o índice acumula alta de 2,08% no ano e de 2,76% em 12 meses. (Foto: Reprodução)

O IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), conhecido como a inflação do aluguel, caiu 1,16% em ​julho no Brasil, após recuo de 0,50% no mês anterior, de acordo com dados divulgados pela FGV (Fundação Getulio Vargas) nesta quinta-feira (30).

Com esse resultado, o índice acumula alta de 2,08% no ano e de 2,76% em 12 meses. Em julho de 2025, o IGP-M havia caído 0,77% e acumulava alta de 2,96% em 12 meses.

Componente do IGP-M, o IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) caiu 1,74% neste mês, aprofundando a queda de 0,97% registrada no mês anterior.

Já o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) registrou queda de 0,01% em julho, apresentando desaceleração em relação ao mês anterior, quando o índice subiu 0,47%.

Terceiro componente do IGP-M, o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) apresentou alta de 0,62% neste mês. A elevação foi inferior à taxa de 0,85% observada em junho.

“O resultado do IGP-M segue amplamente influenciado pelo IPA, que registrou nova baixa puxada por combustíveis e derivados de petróleo. A reversão das pressões dos meses anteriores reflete o recuo das tensões entre EUA e Irã no Estreito de Ormuz, que reduziu as cotações internacionais do petróleo e se repassou rapidamente ao índice. Ainda assim, parte da cadeia petroquímica permanece pressionada por fretes, câmbio e óleos básicos. Já o IPC apresentou desaceleração, refletindo a desinflação dos alimentos in natura, parcialmente compensada pela elevação das passagens aéreas – item pressionado pela sazonalidade das férias de julho e pelo repasse defasado de reajustes anteriores do QAV. Já no INCC, o avanço dos custos da construção civil permaneceu concentrado no componente de mão de obra, refletindo reajustes salariais observados principalmente em Recife e São Paulo, o que mantém a pressão sobre os custos do setor apesar da menor contribuição dos materiais de construção”, afirmou o economista da FGV Matheus Dias.

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1 Comentário
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Caio Azevedo
30 de julho de 2026 11:26

O meu aumentou…. Fake essa notícia.

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