Quarta-feira, 27 de Maio de 2020

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Mundo Primeiro-ministro de Israel está em isolamento após contato com assessor parlamentar infectado por coronavírus

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Netanyahu deverá ser testado na terça-feira (31)

Foto: Reprodução
Netanyahu deverá ser testado na terça-feira (31). (Foto: Reprodução)

O primeiro-ministro de Israel Benjamim Netanyahu, de 70 anos, se colocou em isolamento nesta segunda-feira (30) após ter contato com um assessor parlamentar infectado por coronavírus. Autoridades do país disseram que o premiê não deve estar com Covid-19, após exames iniciais.

Netanyahu deverá ser testado na terça-feira (31), segundo a agência Reuters. Ele já foi testado anteriormente para a doença, em 15 de março, e o resultado do exame deu negativo para Sars-Cov-2.

“Mesmo antes da investigação epidemiológica ser concluída e para dissipar qualquer dúvida, o primeiro-ministro decidiu que ele e sua equipe entrariam em confinamento”, disse um porta-voz do seu gabinete à agência France Presse.

Israel registrou mais de 4,3 mil casos confirmados de Covid-19 e ao menos 16 mortes, segundo o levantamento mais recente da universidade norte-americana Johns Hopkins.

Segundo a “investigação inicial”, Netanyahu “não esteve em contato próximo com essa pessoa e não a encontrou”, disseram seus serviços em Jerusalém. O gabinete do primeiro-ministro não informou a data para o fim do isolamento mas garantiu que o Ministério da Saúde e o médico de Netanyahu vão defini-la em função dos resultados dos testes.

Governo de unidade

Essa quarentena ocorre no momento em que o primeiro-ministro mantém discussões com seu ex-rival Benny Gantz para formar um governo de “unidade e crise” para conter a pandemia de coronavírus em Israel. Até o momento, mais de 4,3 mil casos, incluindo 15 mortos, foram oficialmente registrados no território.

Os dois lados relataram no domingo “progresso significativo” em suas negociações para encerrar a maior crise política da história moderna de Israel. Netanyahu e Gantz, ex-chefe do Exército de 60 anos, reuniram-se no fim de semana na esperança de desbloquear as negociações e fornecer ao Estado hebreu um gabinete estável após três eleições em menos de um ano.

Gantz justificou essa reaproximação pela necessidade de conter a crise do novo coronavírus, que levou as autoridades a impor uma série de medidas de emergência.

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