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Política Prisão do ex-ministro Milton Ribeiro reativa pedido de CPI do MEC no Senado

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Senadores de oposição e críticos à atuação de Ribeiro tentam coletar assinaturas para a abertura da CPI

Foto: Agência Senado
Legislação atual exige consentimento do cônjuge; regra também valerá para vasectomia nos homens. Texto, que vai à sanção, reduz idade mínima de 25 para 21 anos. (Foto: Roque de Sá/Agência Senado)

A prisão do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro reacendeu no Senado movimento para criar uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito). Senadores de oposição e críticos à atuação de Ribeiro tentam coletar assinaturas para a abertura da CPI do MEC (Ministério da Educação), destinada a investigar suspeitas de desvios na pasta.

Ribeiro e dois pastores mantinham um gabinete paralelo no ministério. Prefeitos relataram ao jornal terem recebido pedido de pagamento de propina em troca de agendas no MEC e liberação de recursos da educação.

A Polícia Federal prendeu o ex-ministro na manhã desta quarta-feira, 22, no âmbito da investigação sobre o sobre o gabinete paralelo instalado na pasta, com favorecimento de pastores na distribuição de verbas.

Os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, que estão no centro das suspeitas, também são alvos de buscas da polícia. No Senado, o líder da oposição, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), começou a coletar assinaturas para a CPI em março, após a revelação do caso. O pedido depende do apoio formal de 27 senadores e de uma decisão do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

Até o momento, 24 senadores assinaram o requerimento e um declarou que vai se juntar ao grupo, de acordo com Randolfe. A prisão reforçou as suspeitas de crimes envolvendo os gastos do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação).

“Lembrando aqui os senadores que já assinaram a #CPIdoMEC e reforçamos: faltam apenas DUAS assinaturas!”, escreveu o líder da oposição no Twitter, divulgando os nomes dos colegas que apoiam a CPI.

Até o momento, o caso é discutido apenas na Comissão de Educação do Senado, que ouviu prefeitos denunciando a oferta de propinas pelos envolvidos. O colegiado, porém, não tem o mesmo poder de uma CPI, que pode quebrar os sigilos fiscal e telefônico e até dar voz de prisão a um acusado.

O presidente da Comissão de Educação, Marcelo Castro (MDB-PI), cobrou uma investigação na gestão de Milton Ribeiro, mas ainda não oficializou a assinatura na CPI do MEC.

“Agora, é urgente que se faça uma intervenção no FNDE para que se apure os contratos feitos na gestão de Milton Ribeiro, em que recursos públicos eram direcionados, sem nenhum critério técnico e com viés político. O que temos visto é um descalabro na administração pública”, disse.

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Vanderlei Ochoa
22 de junho de 2022 17:38

Esses comparsas do mito…que barbaridade chê…

Eloa Guterres
22 de junho de 2022 18:05

Esse Bolsonaro, nao termina uma coisa já tem outro escândalo! Nao esqueçam da morte dos jornalistas assassinados na Amazônia?? Quem mandou???

Luiz Carlos Rozzo Bidio Rosa
23 de junho de 2022 09:17

Con Essa Até Os Robó Sumiraõ ?

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