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Geral Programa do governo para brasileiros inadimplentes, o Desenrola 2.0 tem quase R$ 1 bilhão em dívidas renegociadas, diz o ministro da Fazenda

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De acordo com o ministro, cerca de 200 mil pedidos de renegociação foram enviados aos bancos participantes do programa. (Foto: Fabio Pozzebom/ABr)

O programa Desenrola 2.0, lançado pelo governo federal para renegociação de dívidas bancárias, está perto de atingir R$ 1 bilhão em débitos renegociados, disse nessa segunda-feira (11) o ministro da Fazenda, Dario Durigan. De acordo com ele, cerca de 200 mil pedidos de renegociação foram enviados aos bancos participantes.

Desse total, aproximadamente 100 mil operações estão praticamente concluídas.

O programa é voltado para pessoas com renda mensal de até cinco salários mínimos, o equivalente hoje a R$ 8.105. Durigan informou que o governo também prepara a ampliação do programa para estudantes inadimplentes do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil). Segundo o ministro, a modalidade deve estar “totalmente operativa” ainda nesta semana.

Prêmio a adimplentes

O ministro também afirmou que o governo prepara uma versão do programa voltada para consumidores que mantiveram suas contas em dia. Segundo Durigan, a ideia é criar uma espécie de estímulo ou “prêmio” para os adimplentes, mas a medida será anunciada em um segundo momento.

De acordo com ele, neste primeiro momento o foco está nos consumidores inadimplentes, que enfrentam maiores dificuldades financeiras.

Como funciona

O Desenrola 2.0 permite que consumidores renegociem dívidas atrasadas com bancos em condições mais favoráveis.

Podem entrar no programa dívidas:

Contratadas até 31 de janeiro de 2026;

– Atrasadas entre 90 dias e dois anos;

– Ligadas a cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal.

A proposta do governo é que os bancos concedam um novo empréstimo para quitar a dívida antiga, com desconto e juros menores.

Condições oferecidas

As renegociações podem incluir:

– Descontos entre 30% e 90%

– Juros máximos de 1,99% ao mês

– Prazo de até 48 meses para pagamento

– Primeira parcela em até 35 dias

– Limite de R$ 15 mil renegociados por pessoa em cada banco

– Desconto varia conforme o tipo da dívida e o tempo de atraso.

Uso do FGTS

O programa também permite que trabalhadores utilizem parte do saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para pagar dívidas. Será possível usar até 20% do saldo do FGTS ou até R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor. A medida busca reduzir o endividamento das famílias e evitar que consumidores recorram a linhas de crédito mais caras. As informações são da Agência Brasil.

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