Terça-feira, 19 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 9 de fevereiro de 2017
Funcionários públicos estaduais voltaram a protestar em frente à Alerj (Assembleia Legislativa do Rio), nesta quinta-feira (9) durante uma sessão extraordinária que era realizada para apreciar os vetos do governo estadual a projetos de lei já aprovados pelos deputados – a presidência da Casa esperava começar a discutir a privatização da Cedae (Companhia Estadual de Água e Esgoto do RJ) ainda nesta quinta, depois da discussão sobre os vetos.
Durante os trabalhos, houve confrontos com cenas de violência do lado de fora da Alerj – manifestantes e PMs arremessaram bombas e houve depredação de lojas e prédios por pessoas que participavam do ato.
Segundo a PM, o enfrentamento começou depois que agentes que faziam o cordão de isolamento em frente a assembleia foram “atacados por um grupo de mascarados, que atiram pedras, rojões e coquetéis molotov”. De acordo com a corporação, três PMs ficaram feridos – dois foram atendidos no Hospital Central da PM e um no ambilatório da Alerj.
Ao menos um dos manifestantes passou mal por causa das bombas de efeito moral. De acordo com a PM, um homem foi preso jogando pedras contra os policiais. A corporação afirma só ter usado armamento de “baixa letalidade” durante a ação.
Algumas das principais ruas do Centro do Rio foram fechadas assim como o comércio e sistema de transportes. O serviço do Veículo Leve sobre Trilhos teve que ser paralisado por questão de segurança no Centro do Rio. A Rua Primeiro de Março foi totalmente interditada para a circulação de veículos de acordo com o Centro de Operações. O Metrô Rio informou que por volta das 16h alguns acessos estavam parcialmente interditados por causa da manifestação. (AG)
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