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Colunistas Próximo governador vai herdar déficit de R$ 4,8 bilhões no orçamento

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O governador Eduardo Leite apresentou ontem a LDO e projeções para 2027, no Palácio Piratini. (Foto: Mauricio Tonetto/Secom)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Estes são os números da previsão orçamentária para 2027 apresentados oficialmente ontem pelo governador Eduardo Leite. Os dados fazem parte do projeto de lei com as Diretrizes Orçamentárias para 2027. Os dados da Secretaria da Fazenda para 2026, ano de início da gestão do próximo governo, projetam receitas estimadas de R$ 67 bilhões e despesas de R$ 71,9 bilhões, resultando em um déficit primário de R$ 4,8 bilhões. Uma das causas do déficit será a retomada do pagamento da dívida com a União, a partir de junho de 2027.

Fim da jornada 6×1 pode disparar custos do transporte coletivo

A Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) manifestou preocupação com as propostas de extinção da escala de trabalho 6×1 e de redução da jornada semanal de 44 horas para 36 ou 40 horas, em análise no Congresso. Para a entidade, a medida pode gerar efeitos negativos em cadeia sobre toda a estrutura do transporte público coletivo urbano, um serviço essencial que opera de forma contínua e depende fortemente de mão de obra qualificada.

Responsável por garantir o deslocamento diário de milhões de brasileiros e viabilizar o funcionamento de atividades fundamentais, como saúde, educação e comércio, o transporte coletivo urbano funciona 24 horas por dia, sete dias por semana. Nesse contexto, a NTU avalia que alterações bruscas na jornada de trabalho, sem planejamento gradual e sem mecanismos de compensação de produtividade, podem gerar um cenário de “perde-perde” para empresas, trabalhadores, passageiros e poder público.

OAB gaúcha promove ato “Pelo fim do Inquérito 4781 – O STF precisa mudar”

A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional do Rio Grande do Sul (OAB-RS) promove, na próxima quinta-feira (21), o ato público “Pelo fim do Inquérito 4781 – O STF precisa mudar”, a partir das 13h30, no auditório da OAB Cubo, em Porto Alegre.

A mobilização reunirá representantes da advocacia, lideranças e entidades da sociedade civil para debater medidas relacionadas ao chamado Inquérito das Fake News, instaurado no Supremo Tribunal Federal.

Além do debate público, o encontro contará com anúncios de novos encaminhamentos institucionais sobre o tema, que serão detalhados pelo presidente da OAB-RS, Leonardo Lamachia, em atendimento à imprensa antes do início do ato.

Banrisul intensifica foco na expansão da rede de correspondentes bancários

O Banrisul vai intensificar o foco na expansão da rede de correspondentes bancários e no fortalecimento da presença das duas empresas no mercado financeiro gaúcho. A parceria entre a Wiz Co e o Banrisul, anunciada ao mercado em setembro do ano passado, entrou em uma nova fase no Rio Grande do Sul. Como parte desse movimento, a Banriponto by Wiz, unidade de negócios criada para gerenciar e expandir essa rede no estado, irá realizar, nesta semana, uma série de roadshows em quatro cidades gaúchas: Passo Fundo, Santa Maria, Pelotas e, na capital, Porto Alegre. Os eventos serão exclusivos para convidados, empresários e potenciais parceiros interessados em ampliar sua atuação por meio da oferta de créditos consignados, consórcios e seguros.

Assembleia pode acabar com taxa de licenciamento de veículos

Uma taxa que se tornou obsoleta, destinada ao licenciamento e à emissão do certificado de veículos no Estado, pela qual o Detran cobra R$ 114,09, poderá ser extinta. O projeto, de autoria do deputado estadual Rodrigo Lorenzoni (PP), passou pela Comissão de Constituição e Justiça e está previsto para ser votado pelo plenário. A taxa, quando foi criada, destinava-se ao processamento e à geração do documento do veículo, além do envio pelos Correios, mas passou a ser digital desde 2019, o que eliminou gastos do Detran com impressão de papel e despesas postais. A votação depende de acordo de líderes nesta terça-feira. Caso o projeto seja aprovado, passará a valer somente para o exercício de 2027.

Aneel suspende homologação do leilão que contratou Termelétrica Candiota

O adiamento da homologação do Leilão de Reserva de Capacidade na Forma de Potência, anunciado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), poderá afetar o cronograma da Âmbar Energia, que adquiriu do Grupo Bolognesi a Usina Termelétrica Candiota, localizada no município de mesmo nome, no Rio Grande do Sul. O leilão contratou usinas termelétricas (UTE) por 15 anos, e sua homologação foi retirada da pauta da próxima reunião da diretoria da Aneel, marcada para esta terça-feira (19). A assinatura dos contratos estava prevista para os dias 21 e 22 de maio.

Há uma estimativa de que o megaleilão poderia acarretar um aumento de até 10% nas contas de luz dos consumidores. A Âmbar Energia pertence ao grupo J&F, dos irmãos Joesley Batista e Wesley Batista. As críticas que motivaram a Aneel a adiar a homologação dos leilões baseiam-se em estudos que indicam impactos entre R$ 515 bilhões e R$ 800 bilhões a serem absorvidos na conta de luz dos consumidores de todo o país.

Ronaldo Nogueira alerta para desvios de finalidade do FGTS que terão impacto na habitação popular

O ex-ministro do Trabalho e deputado federal Ronaldo Nogueira criticou ontem os desvios de finalidade do FGTS. Ele alerta para o impacto que esses desvios terão na habitação popular.

Ronaldo Nogueira criticou propostas recentes que discutem a possibilidade de liberar entre R$ 20 bilhões e R$ 50 bilhões do FGTS para quitação de dívidas bancárias. Segundo Ronaldo Nogueira, a medida favorece principalmente o setor financeiro e reduz recursos destinados à habitação e ao saneamento – áreas que, segundo ele, possuem forte capacidade de geração de empregos.

Para Ronaldo Nogueira, o enfraquecimento do FGTS ameaça justamente os setores historicamente responsáveis pela geração de emprego, renda e acesso à moradia no país.

* Flavio Pereira (Instagram: @flaviorrpereira)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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Eduardo passos mereb
19 de maio de 2026 11:54

E este cretino inepto do leite acusa os funcionarios publicos aposentados como responsaveis pelas desgraças do Estado …. Povo sem virtudes, esses apoiadores e simpatizantes dele…

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