Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 8 de junho de 2021
A primeira e a segunda dose de vacinas contra a covid já foram aplicadas em 11% dos brasileiros. Os dados do consórcio de veículos de imprensa, divulgado às 20h desta terça-feira (8), apontam que 23.303.559 de vacinas foram aplicadas na segunda dose. A primeira dose foi aplicada em 50.953.709 pessoas, o que equivale a 24,06% da população.
No total, somando a primeira e a segunda doses, foram 74.257.268 vacinas aplicadas.
Nas últimas 24 horas, a primeira dose foi aplicada em 1.369.599 pessoas e a segunda dose em 276.896, com um total de 1.646.495 doses aplicadas neste intervalo. Este é a segunda maior quantidade de doses aplicadas em 24 horas desde o começo da vacinação no País, em janeiro.
A informação é resultado de uma parceria do consórcio de veículos de imprensa, formado por G1, “O Globo”, “Extra”, “O Estado de S.Paulo”, “Folha de S.Paulo” e UOL. Os dados de vacinação passaram a ser acompanhados a partir de 21 de janeiro.
Total de vacinados, segundo os governos, e o percentual em relação à população do Estado:
— Acre: 1ª dose – 145.581 (16,28%); 2ª dose – 59.499 (6,65%)
— Alagoas: 1ª dose – 771.098 (23,01%); 2ª dose – 290.314 (8,66%)
— Amapá: 1ª dose – 135.840 (15,76%); 2ª dose – 60.097 (6,97%)
— Amazonas: 1ª dose – 799.510 (19%); 2ª dose – 486.905 (11,57%)
— Bahia: 1ª dose – 3.740.975 (25,06%); 2ª dose – 1.578.601 (10,57%)
— Ceará: 1ª dose – 1.978.458 (21,54%); 2ª dose – 1.088.115 (11,84%)
— Distrito Federal: 1ª dose – 699.415 (22,89%); 2ª dose – 326.127 (10,67%)
— Espírito Santo: 1ª dose – 1.145.664 (28,19%); 2ª dose – 456.054 (11,22%)
— Goiás: 1ª dose – 1.572.465 (22,11%); 2ª dose – 662.071 (9,31%)
— Maranhão: 1ª dose – 1.460.140 (20,52%); 2ª dose – 552.039 (7,76%)
— Mato Grosso: 1ª dose – 667.602 (18,93%); 2ª dose – 292.264 (8,29%)
— Mato Grosso do Sul: 1ª dose – 938.494 (33,41%); 2ª dose – 379.391 (13,5%)
— Minas Gerais: 1ª dose – 5.193.899 (24,39%); 2ª dose – 2.462.245 (11,56%)
— Pará: 1ª dose – 1.577.738 (18,15%); 2ª dose – 774.639 (8,91%)
— Paraíba: 1ª dose – 915.240 (22,66%); 2ª dose – 452.452 (11,2%)
— Paraná: 1ª dose – 2.835.578 (24,62%); 2ª dose – 1.251.898 (10,87%)
— Pernambuco: 1ª dose – 2.135.181 (22,2%); 2ª dose – 964.679 (10,03%)
— Piauí: 1ª dose – 677.378 (20,64%); 2ª dose – 300.218 (9,15%)
— Rio de Janeiro: 1ª dose – 3.696.776 (21,29%); 2ª dose – 1.695.133 (9,76%)
— Rio Grande do Norte: 1ª dose – 779.206 (22,05%); 2ª dose – 381.199 (10,79%)
— Rio Grande do Sul: 1ª dose – 3.434.793 (30,07%); 2ª dose – 1.587.178 (13,89%)
— Rondônia: 1ª dose – 301.155 (16,76%); 2ª dose – 137.066 (7,63%)
— Roraima: 1ª dose – 102.719 (16,27%); 2ª dose – 61.487 (9,74%)
— Santa Catarina: 1ª dose – 1.856.623 (25,6%); 2ª dose – 754.652 (10,41%)
— São Paulo: 1ª dose – 12.583.239 (27,18%); 2ª dose – 5.908.850 (12,77%)
— Sergipe: 1ª dose – 523.589 (22,58%); 2ª dose – 206.729 (8,92%)
— Tocantins: 1ª dose – 285.353 (17,94%); 2ª dose – 133.657 (8,4%).
Mais doses
O avião com mais 526,5 mil doses da vacina contra covid-19 da Pfizer/BioNTech chegou ao Brasil às 20h04 desta terça, no Aeroporto Internacional de Viracopos, de Campinas (SP). É o 9º lote que a farmacêutica entrega ao Brasil.
Há ainda mais duas remessas previstas para esta quarta (9) e quinta (10), cada uma com 936 mil doses, totalizando 2,4 milhões de doses nesta semana.
Até o momento a Pfizer entregou 6,4 milhões dos 200 milhões de doses contratados pelo governo federal. A empresa diz que vai cumprir o cronograma de entrega total até o final de 2021.
A Pfizer utilizou o Aeroporto de Viracopos para todas as entregas ao Brasil até agora. A primeira remessa teve 1 milhão de doses e foi recebida pelo País em 29 de abril, em cerimônia que contou com a presença do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.
No fim de maio, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou novas condições de conservação e armazenamento para a vacina da Pfizer, que agora pode ser mantida em temperatura controlada entre 2ºC e 8ºC por até 31 dias. A orientação anterior era de cinco dias.
Antes da liberação dos frascos para a vacinação, as doses da Pfizer precisavam ser armazenadas em caixas com temperaturas entre -25°C e -15°C por, no máximo, 14 dias. Tais condições não permitiam que a vacina fosse enviada para municípios distantes mais que duas horas e meia da capital do Estado.
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