Segunda-feira, 07 de setembro de 2026
Por Flavio Pereira | 30 de janeiro de 2021
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
A próxima eleição presidencial acontece daqui dois anos, mas aliados do presidente Jair Bolsonaro já calculam os passos necessários para que ele se reeleja. A estratégia tem avaliado os roteiros e o planejamento das viagens pelo Brasil, e a futura escolha do vice-presidente na chapa eleitoral de 2022.
Em relação ao futuro candidato a vice, hoje existe apenas uma certeza: não será o general Hamilton Mourão, atual vice-presidente.
Mourão é avaliado como um vice íntegro, leal e correto. Mas possui uma fraqueza: não pode enxergar microfone, o que lhe tira todo o controle, fazendo com que palpite sobre tudo, inclusive emitindo opiniões divergentes do presidente, em temas sensíveis e delicados que deveriam ser tratados internamente.
A relação entornou de vez esta semana, com nova entrevista de Mourão, cogitando uma possível reforma ministerial. E logo em seguida, a revelação de que um assessor de seu gabinete foi flagrado, articulando com congressistas o impeachment do presidente Jair Bolsonaro.
Um deputado que desfruta da amizade de ambos, revela ao colunista, com tristeza, que agora vê na relação entre Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão uma ruptura “irreversível”.
Resultado: seu nome está descartado da futura chapa presidencial para 2022.
Mulheres cotadas para vice
O passo número um, será Jair Bolsonaro anunciar a filiação a um partido, em março deste ano, para dar início à mobilização dos aliados. Depois, virá a decisão pessoal do presidente em disputar a reeleição em 2022. Se a resposta for positiva, o passo seguinte será a escolha do vice.
Entre nomes sugeridos por lobistas e outros que realmente circulam no ambiente político do presidente Jair Bolsonaro, existem hoje alguns com real possibilidade de indicação.
A deputada federal Tereza Cristina, atual ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, lidera um setor que é símbolo no ambiente econômico e que manteve uma postura firme no país em meio à pandemia da COVID-19. Sendo filiada ao DEM, sua presença na chapa poderia unir o partido no projeto de reeleição de Bolsonaro, inibindo uma candidatura do Democratas, capaz de competir com o eleitorado de Jair Bolsonaro.
Outra mulher, com papel político importante neste cenário, ganha força: a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, que é contra o aborto e a ideologia de gênero.
Homens cotados para vice
Além dos nomes que naturalmente circulam no circulo político do presidente, há aqueles que fazem lobby para serem citados pela imprensa.
Mas, nomes importantes neste contexto, começam pelo atual ministro da Infraestrutura, capitão da reserva Tarcisio Gomes de Freitas.
Outro nome, com força no meio evangélico, o deputado federal Marco Feliciano, tem chances remotas de emplacar.
Os analistas do ambiente interno da presidência avaliam que Jair Bolsonaro não precisa necessariamente colocar um militar como vice, para manter sua boa relação com as Forças Armadas.
Afinal, ele nomeou até aqui, 10 ministros com formação militar e dezenas de militares para cargos estratégicos na esplanada.
Como foi em 2018
Na eleição de 2018, Jair Bolsonaro garimpou na busca por um vice, que quase foi o general Augusto Heleno, e mais tarde o senador Magno Malta. Até a atual deputada, a advogada Janaína Pascoal foi sondada.
No caso do general Augusto Heleno, tudo estava acertado, mas o seu partido, o PRP não acreditou na candidatura de Jair Bolsonaro, e preferiu não indicar o vice.
No caso do senador Magno Malta, este aparentemente acreditou que sua reeleição pelo PR do Espírito Santo seria mais garantida, e acabou descartando a vice.
Jair Bolsonaro acabou encontrando no general Hamilton Mourão, alguém disposto a enfrentar o desafio. Com uma trajetória impecável no Exército, e filiado ao PRTB, Mourão encaixou imediatamente no projeto nacionalista de Jair Bolsonaro.
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
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Você muito imbecil.
Pra candidato Bolsonic sem partido e pra vice coloca a Cloroquina!! $eu novo partido irá se chamar API aliança pelo impeachment..
O mais cotado para vice é Belzebu.
Tu tem jeito e cara de puxa-saco…hahahahahahaha
Estamos sem presidente. Tem um fanfarrão já fazendo campanha política para 2022. E a economia brasileira entregue a um palpiteiro oriundo do Chile e ligado ao setor bancário.
Chama o Osmerda Terra Plana pra vice. E o colunista pra marqueteiro.
O SONHO DO COLUNISTA É VER O OSMAR TERRA COMO VICE, MAS COMO O BOLSONARO SABE QUE ELE NÃO TEM COMPETÊNCIA NEM PRA SER MINISTRO DA SAÚDE, O COLUNISTA VAI FAZER CAMPANHA PARA O OSMAR TERRA SER GOVERNADOR DO ESTADO
Ausência de governo e o cara falando em reeleição?!?!? Para ver que esse pessoal nunca teve compromisso com o país.
Já Pensou uma Dobradinha
Jair Condensado
E Osmar Terra?
Por mim pode bota até o pai do badanha que não voto mais nele
Dólar a 5.60 e tu vem me fala de reeleição filho ???? Ah para né oohhh
Prefiro Mourão Presidente…me desculpe, mas aqui no Estado a gente vai levando, pelo menos aqui o PT não tem mais chances.
Ótimo! Mourão pra governador do Rio Grande! 💪💪💪
Olha, o presidente deve se preocupar mais é com uma possível candidatura de Hamilton Mourão à presidência em 2022 com certeza teria muitos votos e roubaria uma boa parcela do eleitorado do capitão. Impressionante como esses jumentos da esquerda são analfabetos políticos, é só dá uma lida nos comentários, não sabem merda nenhuma querem opinar, tendo total desconhecimento do assunto, ainda não aceitaram q acabou a chinelagem, não tem mais otário votando em PT, PSOL, e PC do B.
A conduta do vice foi muito bem avaliada pelo colunista, pois o general realmente aprecia um microfone e se deixa levar pela vaidade, sucumbindo aos ilusórios elogios dos que foram apeados do poder.
Desde o o inicio foi visível o comportamentodo general Mourão com aTV Globo ( inimiga do presidente Bolsonaro).´,issoentre tantas outras ações que sempre demonstraram a inquietação do general sobrinho do outro Mourão que liderou o golpe para destituir o então presidente João Goulart. O vice traz consigo esse DNA golpista.
Voce Nao fala fala regogita.
O povo esta com.bolsonaro eu só lamento.