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Cláudio Humberto Recriação de ministério do Trabalho é retrocesso

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É um triste retrocesso, do ponto de vista da gestão pública, a decisão do presidente Jair Bolsonaro de recriar o Ministério do Trabalho. (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

É um triste retrocesso, do ponto de vista da gestão pública, a decisão do presidente Jair Bolsonaro de recriar o Ministério do Trabalho, mesmo com nova denominação, Ministério do Emprego. Invenção demagógica do ditador Getúlio Vargas para acomodar políticos do PTB e cooptar sindicalistas loucos por sinecuras, ao ser extinto existia apenas para divulgar o Caged, números de empregos com carteira assinada. Tomara que o próximo retrocesso não seja o da recriação do imposto sindical.

É a Economia, idiota
Em todo o mundo, o Ministério da Economia é o Ministério do Trabalho de fato: afinal, suas decisões afetam os empregos e o valor dos salários.

R$ 90,5 bi em quê?
A decisão de Bolsonaro custará caro. Em 2018, o Ministério do Trabalho teve despesas fixadas na LOA em R$ 90,5 bilhões. Para que mesmo?

Cara acomodação
A recriação do Ministério servirá apenas para acomodar Onyx Lorenzoni, amigo e afilhado do presidente, que será demitido da Secretaria-Geral.

Tudo outra vez?
Entregue pelo PT ao PDT, o Ministério virou alvo da Polícia Federal, que estancou a vigarice de venda de autorizações para criação de sindicatos.

Brasil tem 130 milhões de primeiras doses aplicadas
O Brasil chega nesta sexta-feira (23) às 130 milhões de doses de vacinas aplicadas contra covid-19 em todo o território nacional. Desse total, 93 milhões de brasileiros já receberam ao menos uma dose, 4 milhões com a dose única da vacina Janssen, de acordo com os números da plataforma independente vacinaBrasil.org, que monitora a campanha de imunização. No começo da próxima semana já serão contabilizadas 100 milhões de primeiras doses aplicadas, cerca de 45% de toda população.

17,3% imunizados
Até agora, foram aplicadas duas doses em 32,4 milhões de pessoas, que, somadas às doses únicas, correspondem a 17,3% dos brasileiros.

O MS dá show
O Mato Grosso do Sul tem o melhor desempenho: já aplicou primeiras doses em 48% da população. E 30,5% já receberam as duas doses.

Brasil no G4
O Brasil continua entre os quatro países que mais aplicam vacinas em todo o mundo, rivalizando com Estados Unidos, China e Índia.

Achou pouco
Com 24,2% das intenções de voto em 2022 contra 52% de Bolsonaro, entre os catarinenses, Lula tem todos os motivos para se preocupar, mas foi Bolsonaro quem não gostou dos números. Acha que tem bem mais.

A Viúva é uma mãe
O povão do SUS ajuda nos R$ 2 bilhões que bancam o rico plano de saúde do Banco do Brasil. Relatório da Secretaria de Controle das Estatais contabiliza 200 mil empregados no BB e 420 mil beneficiados.

Estranho, é
Multiplicam-se, no Rio e São Paulo, casos de vacinados não registrados no ConecteSUS, do Ministério da Saúde, sobretudo a 2ª dose. Suspeita-se de subnotificação proposital, para manter baixo o total de imunizados.

Receita de recesso
Mudam os governos e a história se repete. Fake news inspiram discursos políticos oportunistas e autoridades são chamadas a explicar fatos que não ocorreram. As manchetes são garantidas por vários dias, por quem as produz e pelos que as utilizam, e depois não se fala mais no assunto.

Dados da Saúde
O Ministério da Saúde registra a distribuição de 165 milhões de doses de vacinas aos governos estaduais. Apenas na quarta-feira (21) foram aplicadas 1,7 milhão de doses em todo o País.

Passou e abriu
De todas as doses de vacinas aplicadas no Brasil, 47,1% do total é da Fiocruz/AstraZeneca, cerca de 10 milhões de doses a mais que a CoronaVac, o imunizante chinês produzido em São Paulo pelo Butantan.

Ministro por 27 anos
Após a volta do recesso parlamentar, o Senado realiza a sabatina do novo indicado do presidente Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal. André Mendonça. Ex-AGU, ele deve permanecer no STF por 27 anos.

Histórico confortável
Reconduzido pelo presidente Jair Bolsonaro ao cargo de procurador-geral da República (PGR), Augusto Aras teve sua primeira indicação, em 2019, aprovada no Senado por 68 a 10. São necessários 41 votos.

Pensando bem…
… com R$ 5,7 bilhões à disposição para torrar em suas campanhas, os políticos são os defensores mais extremados das eleições.

PODER SEM PUDOR

Cumplicidade cavalar
Roberto Busato era presidente nacional da OAB e concedia entrevista ao Canal Rural quando a repórter indagou se ele acreditava que o então presidente Lula sabia do mensalão e das estripulias do ex-ministro José Dirceu (PT-SP). Depois de observar que Lula e Dirceu eram “carne e unha”, sacou um ditado de antigos fazendeiros do Sul, onde nasceu, para reforçar sua avaliação de que Lula sabia do esquema: “Cavalo se coça com cavalo…”

Com André Brito e Tiago Vasconcelos

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