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Política Regina Duarte toma posse e diz que buscará “pacificação e diálogo permanente” com o setor cultural

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Atriz afirmou ainda que "vai passar o chapéu" em busca de recursos para a Cultura. Na foto, ela posou com Bolsonaro (C) e o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio

Foto: Reprodução de TV
Atriz posou com Bolsonaro (C) e o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, durante a sua posse. (Foto: Reprodução de TV)

A atriz Regina Duarte tomou posse nesta quarta-feira (04) como Secretária de Cultura do governo de Jair Bolsonaro em cerimônia realizada no Palácio do Planalto em Brasília. A atriz é a quarta ocupante do cargo em 14 meses.

A nomeação foi publicada na edição desta quarta do Diário Oficial da União. Também foram publicadas ao menos 12 exonerações de servidores em cargos de chefia, feitas pela nova gestão. No discurso, Regina disse que vai buscar o diálogo e a pacificação do governo com o setor cultural.

“Meu propósito aqui é pacificação e diálogo permanente com o setor cultural, com estados e municípios, com o parlamento e com os órgãos de controle”, afirmou a nova secretária. Ela disse ainda que sua gestão à frente da pasta tratará a cultura como geradora de emprego, renda, educação e inclusão social.

“Uma cultura forte consolida a identidade de uma nação. A cultura é um ativo que gera emprego, renda, inclusão social, impostos, acessibilidade e educação. E é nisso que acreditamos”, completou.

De acordo com o Ministério do Turismo, pasta à qual a secretaria está vinculada, Regina Duarte vai comandar um orçamento de R$ 2 bilhões em 2020. A nova secretária disse que o dinheiro que terá à disposição é suficiente para se fazer cultura e arte “criativamente”. No entanto, afirmou também que é possível fazer “mais com mais”.

“Acredito que se possa fazer muita cultura, fazer arte e tudo, com os recursos que temos, criativamente, como nos meus tempos de amadora”, disse a secretária. “Acredito também que se possa fazer mais com mais”, completou.

Regina afirmou também que “vai passar o chapéu” em busca de mais recursos para a área. “Acredito na busca da beleza, e já sabemos que beleza é inerente ao conceito de arte e assim para não fugir à regram na busca de uma beleza maior, vamos passar o chapéu, como de praxe, por que não? Se a vontade de fazer mais é grande e os recursos são escassos, vamos passar o chapéu, sim”, concluiu a atriz.

Secretaria de Cultura

Aos 73 anos, considerada um ícone das telenovelas no País, Regina comandará uma estrutura vinculada ao Ministério do Turismo que ultrapassa as barreiras da dramaturgia. Cabe à pasta lidar com temas como economia criativa, direitos autorais, preservação do patrimônio histórico e democratização do acesso a teatros e museus, por exemplo.

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