Quinta-feira, 14 de maio de 2026

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Flavio Pereira Reversão do bloqueio da União Europeia à exportação de produtos brasileiros de origem animal depende da diplomacia

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Imprensa alemã destaca que no momento não há qualquer proibição em vigor; medida passa a valer em 3 de setembro. (Foto: Arquivo pessoal)

Afinal, qual a dimensão da decisão da União Europeia de retirar o Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal – carne bovina, aves, ovos, mel, peixes, equinos e produtos derivados de origem animal – destinados ao consumo humano para o bloco de países, anunciada na terça-feira (12)?

Na imprensa alemã, o tema ganhou maior destaque no Handelsblatt, jornal que dá ênfase ao noticiário econômico, e à Deutsche Welle, rede alemã de rádio e televisão com alcance em diversos continentes.

O embaixador do Brasil junto à União Europeia, Pedro Miguel da Costa e Silva, anunciou que está buscando esclarecimentos com autoridades da União Europeia da área de saúde animal.

A verdade é que hoje, sexta-feira, a decisão da UE não tem um impacto imediato, pois entra em vigor em 3 de setembro. No momento, não há qualquer proibição em vigor, e o Brasil continua exportando carne e outros produtos de origem animal para a UE.

Necessidade de ação diplomática eficaz. Esse é o nosso problema

Esta decisão precisará ser revertida até a data-limite de 3 de setembro, sob pena de provocar uma perda anual de cerca de 1,8 bilhão de dólares para os exportadores brasileiros, segundo números do Ministério da Agricultura. O problema do Brasil está justamente na ação diplomática. O país possui um Itamaraty de duas cabeças: o chanceler de direito, Mauro Vieira, e o chanceler de fato, Celso Amorim, conhecido por ser um apaixonado por ditadores como Díaz-Canel, de Cuba, e Maduro, deposto na Venezuela, e essas duas visões dificultam uma ação unitária na defesa pragmática dos interesses do Brasil.

Senador Carlos Viana desafia governistas a assinarem CPMI do Banco Master

O senador Carlos Viana (Podemos-MG) resolveu testar a sinceridade dos senadores e deputados governistas que discursam para a imprensa em defesa da CPMI do Banco Master, mas, na prática, fogem da proposta. Viana denunciou ontem, em Brasília:

“Hoje é o segundo dia de abertura para assinaturas da CPMI do Banco Master. E, até agora, nenhum parlamentar do governo Lula assinou o pedido. Nenhum. Por isso, estou desafiando publicamente os parlamentares do governo federal a assinarem a CPMI do Banco Master. Se defendem transparência… se defendem investigação… se defendem a verdade… qual o motivo de não quererem assinar? O Brasil merece respostas. Quem não deve, não teme CPMI”, afirma Viana.

Atualmente, três pedidos principais aguardam avanço formal no Legislativo. Apesar de terem alcançado o número necessário de assinaturas, os requerimentos seguem pendentes de leitura em plenário e despacho das presidências das Casas, comandadas por Davi Alcolumbre e Hugo Motta.

Bancada gaúcha desperta para ameaça contra o investimento da CMPC Celulose em Barra do Ribeiro

A ameaça concreta de o Rio Grande do Sul perder o bilionário investimento de R$ 27 bilhões da CMPC Celulose, capaz de gerar 12 mil empregos diretos, parece que finalmente despertou os deputados da bancada gaúcha em Brasília.

Os deputados anunciaram um abaixo-assinado, destacando tratar-se de “um gesto de união e compromisso com o futuro de nosso Estado”, voltado para “um vigoroso apoio à implementação do Projeto Natureza, da CMPC, no município de Barra do Ribeiro”, estando os deputados “mobilizados e convictos de que a iniciativa é um passo decisivo para devolver ao nosso Estado o protagonismo econômico que ele merece”.

A inesperada ação civil do Ministério Público Federal, exigindo da CMPC estudo e consulta específica a populações indígenas para obter a autorização para a sua nova fábrica de celulose no Rio Grande do Sul, é questionada pela Fiergs, Fecomércio, Farsul, Sinduscon, Associação Comercial de Porto Alegre, Fetransul, Acebra e Aprobio.

O projeto da CMPC também recebeu apoio da Câmara Municipal de Barra do Ribeiro e das comunidades indígenas situadas na área sob influência direta do empreendimento.

Esquerda esqueceu que empresas envolvidas na roubalheira da Lava-Jato financiaram filme de Lula

O jornalista Claudio Humberto traz um dado que a falta de memória, ou a memória seletiva de muitos, pode ter feito esquecer: o PT e a esquerda parecem ter esquecido que o filme “Lula, o Filho do Brasil” foi bancado por ao menos quatro empresas que, tempos depois, foram reveladas como corruptoras e protagonistas de um dos maiores escândalos de corrupção do Brasil: a Lava-Jato.

Claudio Humberto lembra que o pastelão, de 2009, recebeu caminhões de dinheiro das empreiteiras Odebrecht, Camargo Corrêa e OAS, que mais tarde viram seus controladores atrás das grades. “Outra que colocou grana no filme de Lula foi a manjada JBS”, lembra Claudio Humberto.

NTU saudou aprovação do Marco Legal do Transporte Público

A propósito da aprovação do Projeto de Lei nº 3.278/2021, que institui o novo Marco Legal do Transporte Público Coletivo Urbano, a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) encaminhou ao jornalista Flavio Pereira a seguinte nota:

“A NTU celebra a aprovação do Projeto de Lei nº 3.278/2021, que institui o novo Marco Legal do Transporte Público Coletivo Urbano. A nova legislação é o resultado de debates iniciados há seis anos, envolvendo técnicos, dirigentes e especialistas das empresas operadoras e de órgãos de governo, inicialmente sob a liderança da área de mobilidade do então Ministério do Desenvolvimento Regional e, posteriormente, da Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana (SEMOB) do Ministério das Cidades.

Para a NTU, a medida é a resposta necessária para a crise estrutural que asfixia a mobilidade urbana há décadas, oferecendo segurança jurídica e um caminho sólido para a modernização do setor. Existem sistemas organizados de transporte público urbano por ônibus em mais de 2.700 municípios brasileiros, que realizam cerca de 35 milhões de viagens diárias, o que dá uma dimensão da importância desse serviço essencial, um direito social fundamental previsto na Constituição Federal.”

* Flavio Pereira (Instagram: @flaviorrpereira)

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