Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 31 de outubro de 2016
Viajar para os destinos mais consagrados do mundo tem suas vantagens: os pontos turísticos normalmente têm fácil acesso, as informações chegam com facilidade, e a infraestrutura da cidade costuma ser boa. No entanto, o alto fluxo turístico também pode trazer alguns contratempos para os viajantes. Afinal de contas, não é fácil ter que pagar uma fortuna para apreciar um mirante, sofrer golpe de algum espertinho, ou disputar espaço para ver um mísero quadro na parede.
Confira abaixo coisas que os turistas mais amam e odeiam nos principais destinos do planeta.
Paris (França).
Todo mundo ama: os museus, a comida e o charme da cidade.
Todo mundo reclama: das filas para entrar nos pontos turísticos, da disputa pelo espaço para ver a Monalisa no Louvre e dos altos preços.
Londres (Inglaterra).
Todo mundo ama: a qualidade de vida, a grande quantidade de atrações turísticas e a pontualidade.
Todo mundo reclama: dos altos preços e do céu predominantemente cinzento.
Bangcoc (Tailândia).
Todo mundo ama: os templos budistas e a cultura exótica.
Todo mundo reclama: da atmosfera urbana caótica, dos tuk tuks e dos mercados flutuantes (considerados “supervalorizados”).
Rio de Janeiro.
Todo mundo ama: as praias, o Jardim Botânico, os museus e a movimentada vida noturna.
Todo mundo reclama: dos altos preços, dos batedores de carteira e da fila para pegar o bondinho do Cristo Redentor.
Nova York (Estados Unidos).
Todo mundo ama: os museus, o Central Park e a Broadway.
Todo mundo reclama: do preço dos espetáculos da Broadway, da grande quantidade de pedintes na Times Square, das filas para visitar o deck do Empire State Building e do tamanho da Estátua da Liberdade.
Veneza (Itália).
Todo mundo ama: o charme, as atrações históricas e os canais.
Todo mundo reclama: do preço das hospedagens e do valor exorbitante do passeio de gôndola.
Buenos Aires (Argentina).
Todo mundo ama: a gastronomia, as atrações culturais e o câmbio favorável aos brasileiros.
Todo mundo reclama: dos taxistas e do Caminito (também “supervalorizado”).
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