Terça-feira, 09 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 28 de abril de 2023
Em linhas gerais, o texto cria regras para criminalizar a divulgação de conteúdo falso e responsabilizar as redes sociais por irregularidades
Foto: ReproduçãoO deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP) protocolou na Câmara, o seu parecer sobre o projeto de lei (PL)de combate às fake news, do qual ele é relator. Em linhas gerais, o texto cria regras para criminalizar a divulgação de conteúdo falso e responsabilizar redes sociais por irregularidades cometidas em seus ambientes virtuais. A previsão é que a votação do PL ocorra na semana que vem.
Veja os principais pontos:
Responsabilidade das empresas
O texto afirma que os provedores serão responsáveis de forma solidária pela reparação dos danos causados por conteúdos gerados por terceiros cuja distribuição tenha sido realizada mediante pagamento ao provedor.
Transparência
O projeto de lei prevê também que o provedor e as plataformas devem requerer a identidade, por meio de apresentação de documento, de todos os anunciantes de publicidade de plataforma e de impulsionamento.
Remuneração
Um dos pontos defendidos pelo relator é a remuneração da atividade jornalística pelas plataformas digitais. Ou seja, que as plataformas digitais paguem pelo uso de conteúdo produzido por empresas jornalísticas e profissionais do setor.
Liberdade de expressão
O relatório também deixa claro que a liberdade de expressão é direito fundamental dos usuários dos provedores e que as proibições presentes não lei não podem restringir o livre desenvolvimento da personalidade individual;
a livre expressão; a manifestação artística, intelectual, de conteúdo satírico, religioso, político, ficcional, literário ou qualquer outra forma de manifestação cultural.
Representação
O relator também estabelece que as redes sociais tenham representação no Brasil para serem acionadas judicialmente e administrativamente, quando for o caso.
Crianças e adolescentes
Pelo texto, as redes devem tirar imediatamente do ar conteúdos que violem direitos de crianças e adolescentes.
Imunidade parlamentar
O relatório estende para o ambiente das redes sociais a imunidade parlamentar. Ou seja, deputados e senadores não podem ser punidos por expressar opinião.
Contas-robô
O relator propôs que o projeto criminalize a divulgação de conteúdos falsos por meio de contas automatizadas, as chamadas contas-robô.
Entidade fiscalizadora
O relator, no entanto, retirou do parecer a criação de uma entidade autônoma fiscalizadora, que funcionaria como uma espécie de agência reguladora.
Ele afirmou que a ideia não foi bem aceita dentro da Câmara, mas que vai buscar uma alternativa até a a semana que vem para constar no texto quem deverá fazer a fiscalização das regras.
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Bah, chê…
Um servidor da Secretaria Especial de Administração da Presidência da República revelou, em depoimento à Polícia Federal, uma segunda tentativa realizada no apagar das luzes do governo de Jair Bolsonaro para a liberação de um conjunto de joias retidas pela Receita Federal em Guarulhos. O servidor, porém, também recusou-se a atender o pedido.
“Deputados e senadores não podem ser punidos por expressar opinião”, ou seja, os parlamentares que apoiam esta proposta comunista continuarão livres, leves e soltos para produzir fake news nas redes sociais sem que nada lhes aconteça…
Realmente, se o Congresso aprovar isso vai confirmar que NEM todos estão acima da Lei…
A principal é colocar um boçal na boca do povo. Ditadura a VISTA.