Segunda-feira, 18 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 31 de julho de 2022
O valor foi de R$ 1.909,78 para R$ 1.922,77, um aumento de R$ 12,99 ou 0,67%.
Foto: ReproduçãoApós queda em maio, o salário médio de admissão no Brasil apresentou leve alta em junho, em relação ao mês anterior, segundo dados divulgados pelo governo federal no novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).
O valor foi de R$ 1.909,78 para R$ 1.922,77, um aumento de R$ 12,99 ou 0,67%, taxa ligeiramente acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para famílias com renda de até cinco salários-mínimos, que foi de 0,62% no período.
Para Mauro Rochlin, professor de economia da FGV do Rio, esse aumento acompanha a melhora nos índices de empregabilidade no Brasil. No último levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgado na última sexta-feira, o nível de desemprego no País recuou para 9,3% no trimestre encerrado em junho.
“Essa melhora no salário inicial está em linha com o que a gente tem verificado com relação à taxa de desocupação. Ela vem caindo de uma maneira muito consistente e, no segundo trimestre, fechou abaixo de 9,5%. Isso acaba refletindo em melhora no nível de renda”, avalia o economista.
No entanto, na comparação com o mês de junho de 2021, houve redução de R$ 103,33 na média do salário inicial no País. Isso representa uma queda de 5,1% do rendimento de admissão em 12 meses, enquanto o acumulado do INPC chegou a 11,92% nesse um ano.
Já na comparação com junho de 2020, a redução foi ainda maior, de 7,5%, o que representa uma queda de R$ 155,14 no valor do salário inicial.
Os maiores salários médios de admissão por grupo de atividades econômicas estão nos serviços de “Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas” e “Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais”. O salário inicial destes dois grupamentos foi de R$ 2.214,62 em junho deste ano, 0,21% maior em relação ao mês anterior.
A “indústria de transformação” foi a que teve maior variação positiva no valor do salário inicial na comparação entre maio e junho de 2022. Houve alta de 2,68% neste período e o salário médio de admissão ficou em R$ 1.968,68. Depois aparecem “indústria geral”, cujos salários iniciais médios cresceram 2,30% e alcançaram o valor de R$ 1.991,28, e o setor de “construção”, que variou 1,33% entre maio e junho e chegou ao valor de R$ 1988,95.
Já o menor salário inicial é o pago em serviços domésticos, que está em R$ 1.336,15. Este segmento é também o que teve a maior variação negativa entre maio e junho deste ano, com queda no valor de 1,1%.
O grupo de alojamento e alimentação tem o segundo pior salário de admissão, de R$ 1.489,47, e o segundo com a maior variação negativa, que foi de 0,93%. Na sequência, vem o setor de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas, com salário de R$ 1.663,45. No entanto, para este setor, a variação do salário foi positiva, com alta de 0,48%.
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Que piada é essa?? Deixa isso para primeiro de Abril. Aonde que o salário aumentou?? Parem de mentir!!!!!!!!
É uma vrgonha uma notícia dessas. Desde que deram o golpe na SILMA, os salários só desabaram. 1 Real cada ovo. 14 Reais o kg do tomate, 60 reais o kg de carne de segunda. 8 Reais o litro de leite…e por aí vai…piores governos dos últimos 500 anos esses do TEMER E DO BOZO…
O salário mínimo deveria ser de R$ 6.754,33. Ganhamos 5,6 vezes menos do que deveríamos ganhar…Brasil da direita que só r3eduz salários. Parabéns aos pobres de direita.