Sexta-feira, 02 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 17 de maio de 2024
Caminhões com doações ao Rio Grande do Sul não estão sujeitos à cobrança de nota fiscal e de impostos, como já mostraram o Estadão Verifica e outras agências de checagem de informações. Apesar disso, um influenciador viralizou no Instagram ao afirmar que transportes com donativos enviados por ele haviam sido parados em uma fila de fiscalização que exigia “CPF e nota fiscal”. Procurado, ele não deu provas da alegação. Apenas postou um segundo vídeo em que afirma que os suprimentos doados chegaram em solo gaúcho, ainda que com atraso.
A Secretaria de Fazenda (Sefaz) do Rio Grande do Sul informou ter determinado trânsito livre nos seus seis postos fiscais, todos localizados na divisa com Santa Catarina, e garantiu que não houve caminhões parados no último fim de semana. A Agência Nacional de Transportes (ANTT) informou que não está retendo veículos de carga com donativos nas vias de acesso ao Estado e que publicou medidas que dispensam a fiscalização e flexibilizam a passagem de caminhões com donativos nas rodovias concedidas de todo o país.
Diante da catástrofe climática no Rio Grande do Sul, a Sefaz informou ter determinado trânsito livre nos seus seis postos fiscais, nos municípios de Barracão, Marcelino Ramos, Nonoai, Iraí, Vacaria e Torres. Conforme o órgão, caminhões não estão sendo parados e não precisam sequer ingressar nos postos, tanto na entrada quanto na saída do Estado. “Podemos afirmar que não houveram caminhões parados no último fim de semana”, informou a assessoria de imprensa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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