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Olimpíada Paris 2024: Seleção Brasileira de vôlei masculino perde para a Polônia e vai à última rodada com a obrigação de vencer para avançar

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Essa foi a segunda derrota da seleção brasileira nos Jogos Olímpicos de Paris

Foto: Alexandre Loureiro/COB
Essa foi a segunda derrota da seleção brasileira nos Jogos Olímpicos de Paris. (Foto: Alexandre Loureiro/COB)

A seleção brasileira de vôlei masculino perdeu para a Polônia por 3 sets a 2, com parciais de 25/22, 19/25, 25/19, 23/25 e 15/12, nos Jogos Olímpicos de Paris.

O Brasil começou bem o jogo e saiu na frente, mas sofreu a virada no tie-break. Essa foi a segunda derrota da seleção nesta Olimpíada. Na estreia, o time de Bernardinho perdeu para a Itália por 3 sets a 1.

No primeiro set, a seleção brasileira aproveitou os erros dos poloneses para vencer por 25 a 22. Já na segunda parcial, a equipe polonesa encaixou mais ataques, conseguiu três pontos por saque e levou a melhor por 25 a 19.

O Brasil não sentiu a derrota do segundo set e reagiu imediatamente. A seleção se impôs, forçou erros dos poloneses e voltou a ficar à frente do placar. A defesa funcionou, assim como o ataque, garantindo a parcial de 25 a 19.

Após vencer o terceiro set, o Brasil ficou perto de ganhar o jogo. Porém, os poloneses reagiram. Kochanowski e Leon deram trabalho, enquanto o ataque brasileiro abusou dos erros. A Polônia venceu o set por 25 a 23 e empatou a partida.

O confronto foi definido no tie-break. A Polônia começou ditando o ritmo e com mais confiança, abrindo 7 a 3 no placar. O Brasil sentiu o baque, mas reagiu e chegou a empatar a parcial em 12 a 12. No fim, Leon fez a diferença para os poloneses, que venceram por 15 a 12.

Do que o Brasil precisa para avançar

As derrotas nas primeiras duas partidas deram emoção à jornada da seleção masculina nas Olimpíadas de Paris. A equipe verde e amarela não tem mais chances de ficar na liderança ou na segunda posição do Grupo B. Assim, resta ao Brasil a possibilidade de se classificar para as quartas como um dos dois melhores terceiros colocados. Para isso, buscará uma vitória sobre o Egito por 3 a 0 ou 3 a 1 nesta sexta-feira (2), às 8h (de Brasília).

Vitória por 3 a 0 ou 3 a 1 fará com que o Brasil não seja mais alcançado por Sérvia e Canadá, que disputam a terceira posição do Grupo A e se enfrentam na última rodada. Assim como os brasileiros, os sérvios somam um ponto nas Olimpíadas e podem chegar a quatro, mas venceram menos sets e, assim, levariam a pior na comparação entre parciais ganhas e perdidas (a famosa razão de sets). Os canadenses, por outro lado, só conseguem alcançar três pontos na tabela.

Para o Brasil ser o melhor terceiro colocado geral, terá que torcer para a Argentina derrotar a Alemanha por 3 a 0 ou 3 a 1 na rodada final do Grupo C (se os argentinos triunfarem por 3 a 2, os brasileiros não poderão ceder sets aos egípcios). Ou para os Estados Unidos fazerem 3 a 0 sobre o Japão (caso seja 3 a 1, a seleção verde e amarela precisará emplacar um 3 a 0 em seu jogo).

E o que acontece com vitória brasileira sobre o Egito por 3 sets a 2? Aí será hora de fazer contas. O Brasil, com três pontos, dependeria de algum dos resultados abaixo: Vitória da Sérvia sobre o Canadá por 3 x 2; Vitória do Canadá sobre a Sérvia; Vitória da Argentina por 3 x 0;

Se a vitória dos argentinos for por 3 a 1, será preciso comparar as razões de pontos (relação entre pontos marcados e sofridos) de Brasil e Alemanha para ver quem fica em vantagem.

Uma derrota da seleção verde e amarela para o Egito mandará os comandados de Bernardinho de volta para a casa. Por isso, o técnico trata a partida como uma decisão: “Vamos seguir buscando. Agora nossa final é o Egito. (São) Quatro finais (até a busca pela medalha de ouro), e Egito é a primeira delas”, disse, após o revés para a Polônia.

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