Sábado, 25 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 12 de outubro de 2022
Um dos carros estava com os pneus completamente gastos
Foto: Divulgação/EPTCAgentes da EPTC (Empresa Pública de Transporte e Circulação) recolheram dois carros, sem condições de circulação, que realizavam transporte por aplicativo em Porto Alegre. A operação ocorreu na terça-feira (11), na rodoviária.
Um Renault Sandero, com placas de Alvorada, estava com os pneus completamente gastos (já no arame), com a documentação em atraso e tinha mais de R$ 5 mil em multas.
Já um Chevrolet Cobalt, emplacado em Viamão, também foi flagrado com pneus carecas e licenciamento vencido.
“Os veículos que realizam transporte privado de passageiros, os aplicativos, não passam por vistorias obrigatórias na EPTC. É preciso estar atento ao estado de conservação, pois alguns itens são essenciais para a segurança dos passageiros e motoristas”, disse o coordenador de Fiscalização de Transporte da empresa pública, Adailton Maia.
A EPTC informou que fiscaliza diariamente o transporte de passageiros por aplicativos. De janeiro a setembro, os fiscais abordaram 3.944 veículos na Capital. Foram registradas 425 irregularidades. Entre as principais infrações, estão: documentação irregular (veículo ou condutor), equipamento de segurança ineficiente (pneu liso), GNV irregular e mau estado de conservação do veículo.
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ESSAS PLATAFORMAS DE SERVIÇOS, NO MINÍMO DEVERIAM EXIGIR VEÍCULOS COM DOCUMENTAÇÃO EM DIA, ISSO AJUDARIA EM MUITO O ESTADO, E A SEGURANÇA DOS PASSAGEIROS
O corrreto é fiscalizar TODOS os veículos em circulação. Não só os veículos de app devem estar em bom estado e com documentos em dias. Todos devem cumprir as leis de trânsito. Não podemos oferecer risco a ninguém nas ruas.
E correr atrás do rabo.
Talvez se tivéssemos menos impostos, consequentemente menos funcionários públicos, os pneus seriam mais baratos e os motoristas poderiam pagar.
Porque a EPTC não faz blitz contra motos que andam de surdina aberta? O barulho na perimetral é de doer os ouvidos na madrugada, porque não aplica a Lei do Silencio, criada pelo prefeito João Dib?