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Economia Senado aprova projeto que suspende pagamento de empréstimos consignados

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O texto segue para votação na Câmara dos Deputados

Foto: Agência Brasil
Dos pedidos, 5,2 milhões de famílias tiveram a solicitação atendida. (Foto: EBC)

O Senado aprovou na quinta-feira (18) o projeto que prevê a suspensão, por quatro meses, do pagamento de empréstimos consignados por aposentados, pensionistas e empregados públicos e privados.

O crédito consignado é uma modalidade de empréstimo com pagamento indireto, na qual as parcelas são descontadas diretamente do salário ou benefício recebido pelo tomador do empréstimo.

Com a aprovação pelo Senado, o texto segue para votação na Câmara dos Deputados. Segundo alguns parlamentares, o objetivo do texto é reduzir os impactos econômicos da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. Outros senadores, no entanto, afirmam que o texto, na prática, representa interferência em contratos.

O projeto foi apresentado pelo senador Otto Alencar (PSD-BA). O relator, Oriovisto Guimarães (Pode-PR), propôs a possibilidade de repactuação dos empréstimos, com descontos por até 90 dias, para empregados que sofrerem redução de jornada ou suspensão de contrato durante a pandemia.

No entanto, o plenário do Senado aprovou, por 47 votos a 17, um destaque (sugestão de alteração) apresentado pelo PDT, que resgatou a ideia apresentado por Otto Alencar. Depois, Oriovisto disse não acreditar no avanço da proposta na Câmara dos Deputados.

“Ficam excepcionalmente suspensos, durante 120 dias, inclusive nos contratos firmados na vigência do estado de calamidade pública, os pagamentos das obrigações de operações de créditos consignados em benefícios previdenciários, bem como para servidores e empregados públicos e do setor privado, ativos e inativos”, define o texto.

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Ildefonso Pavan
19 de junho de 2020 17:06

E quando retornar a cobrança , como será o desconto , com juros ou sem juros ? cobradas de uma só vez ? não está bem claro ainda !

Jorge Luiz Da Rocha Machado
27 de junho de 2020 11:20

Lamentavelmente, não deverá passar na Câmara, por pressão dos bancos e porque os deputados são como são .

Wilmar Souza
19 de junho de 2020 13:31

Bom, pelo menos isso, os bancos não vão perder nada, afinal o consignado é garantido, só vai prorrogar um pouco.

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