Quarta-feira, 15 de abril de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Mundo Sensação de insegurança volta a tomar conta da França

Compartilhe esta notícia:

Depois do atentado ao jornal Charlie Hebdo, Paris voltou a enfrentar um dia de terror. Foto: Alan Berner/AP

Alvo de dois grandes ataques terroristas em menos de um ano, Paris, a Cidade Luz, ganhou contornos sombrios, sendo tomada por um sentimento de medo e vulnerabilidade. O forte reforço da segurança após o atentado islâmico ao jornal satírico Charlie Hebdo, em 7 de janeiro, não foi suficiente.
Sob frequentes ameaças de ataques extremistas, a França voltou a virar notícia na sexta-feira depois de mais um massacre que chocou o mundo, o maior desde 1945. Uma das maiores potências da Europa se tornava, mais uma vez, refém do terror.

Quando as primeiras informações de tiros, mortos e reféns começaram a surgir foi inevitável não recordar a ação contra Charlie Hebdo. O horror era que a tragédia se repetisse ou tivesse dimensões ainda maiores. E foi o que aconteceu, expondo a fragilidade não só francesa, mas de todos os outros países diante de um inimigo anunciado e imprevisível.

Uma das nações a integrar a coalizão liderada pelos Estados Unidos contra o grupo radical muçulmano EI (Estado Islâmico), a França deu sequência a uma megaoperação contra o terrorismo neste ano, anunciando ter frustrado ofensivas em seu território e detido um número indeterminado de suspeitos.

O alvo não é só Paris. Há apenas dois dias, as autoridades francesas prenderam um homem que admitiu planejar ações contra militares em Toulon, no Sudeste do país. Em agosto, a polícia desmontou um atentado em um trem que fazia a rota Amsterdã-Paris.

Países que combatem o EI no Iraque e na Síria haviam manifestado o temor que jihadistas estrangeiros retornassem aos locais de origem para realizar atentados. A preocupação foi manifestada não apenas pela França, como também pela Inglaterra e pelos Estados Unidos. (AG)

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Mundo

Uma investigação interna sobre um processo que envolve bicheiros e um ex-ministro do Superior Tribunal de Justiça abriu um conflito dentro do Judiciário
Banda de rock dos Estados Unidos que se apresentava no local do ataque escapou do massacre
Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Pode te interessar