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Mundo “Ser pró-Palestina não é ser antissemita”, diz rainha da Jordânia

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Rania disse que "tem sido insuportável assistir à avalanche de sofrimento humano” na Faixa de Gaza

Foto: Reprodução de TV
Rania disse que "tem sido insuportável assistir à avalanche de sofrimento humano” na Faixa de Gaza.. (Foto: Reprodução de TV)

A rainha da Jordânia, Rania Al Abdullah, pediu um cessar-fogo na guerra entre Israel e Hamas, dizendo que apoiar a proteção das vidas de palestinos não significa ser antissemita ou pró-terrorismo.

“Deixe-me ser muito, muito clara. Ser pró-Palestina não é ser antissemita, ser pró-Palestina não significa que você é pró-Hamas ou pró-terrorismo”, afirmou Rania em entrevista à CNN no domingo (5).

“O que temos visto nos últimos anos é a acusação de antissemitismo ser usada como arma para silenciar qualquer crítica a Israel”, declarou a rainha. “Quero condenar absoluta e sinceramente o antissemitismo e a islamofobia, mas também quero lembrar a todos que Israel não representa todo o povo judeu no mundo. Israel é um Estado e é o único responsável pelos seus próprios crimes”, disse Rania.

“Sei que alguns que são contra o cessar-fogo argumentam que isso ajudará o Hamas. No entanto, sinto que nesse argumento eles estão inerentemente rejeitando a morte, na verdade, até endossando e justificando a morte de milhares de civis, e isso é simplesmente moralmente repreensível”, prosseguiu a rainha.

“Quando 1,1 milhão de pessoas são convidadas a deixar suas casas ou correm o risco de morrer, isso não é uma proteção aos civis, é um deslocamento forçado”, declarou Rania. Segundo ela, “tem sido insuportável assistir à avalanche de sofrimento humano” na Faixa de Gaza.

Após os ataques terroristas do Hamas em 7 de outubro, Israel declarou um “cerco completo” à Faixa de Gaza.

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Dea Einsfeld
6 de novembro de 2023 19:40

Acho que não entendesse! a rainha se refere ao povo Palestino e a nação Palestina. Terror existe também no Brasil, tanto que convocaram a Lei da ordem e da justiça para combater a guerra de facções rivais que acaba sempre sobrando para o povo. Este leva á pior!

Fernando Krause
6 de novembro de 2023 13:16

A rainha “vai ser muito clara” e chamar o Hamas de TERRORISTAS ???
E vai condenar as barbáries deles ao invadirem a nação democrática de Israel ???
Ou as suas palavras são apenas “narrativas”…

Miltch Mitch
6 de novembro de 2023 23:00

Kkkkkk PAZ, aqui??? Kkkkk tu é uma anta hein.
Lê acima meu comentário.

Vanderlei Ochoa
6 de novembro de 2023 14:25

Autodeterminação dos povos. Liberdade de opinião. Paz. DEMOCRACIA é tudo o que nós do povo Brasileiro e o ESTADISTA LULA queremos. O resto é resto. Resgatar todos os Irmãos Brasileiros da zona de conflito é o que o ESTADISTA LULA mais se esforça.

Dea Einsfeld
6 de novembro de 2023 19:35

Lá como aqui no Brasil é igual. Tem que ser destes time e contra o outro, tem que ser á favor de um presidente e contra o outro….porque não podemos ser a favor da conciliação e da paz, da Justiça e das boas relações? do fim das guerras e do terrorismo em qualquer escala. Não áqueles que incitam o medo e o terror. Serve para a Imprensa de qualquer país. Incluindo a Globo que fomenta o ódio e o medo nas pessoas.

Miltch Mitch
6 de novembro de 2023 22:58

Aquilo é igual as favelas do rio. Lá moram 99% de trabalhadores e pessoas de bem. Porém 1% e bandido e covarde. Mandam e desmandam em uma população com medo. O poder público, aqui, nada faz e o resultado são mais de 60.000 assassinatos por ano ( passam de 100.000 mas o contabilizado é 60.000) Então, penso que Israel quer dar um basta nos bandidos do Hamas, e isto atinge a população em um todo. Aqui nada se faz, então continuamos com mais de 60.000 assassinatos por ano. Hamas, Osama, Irã, Alqueda não são nada perto da bandidagem brasileira. Só… Leia mais »

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