Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 11 de novembro de 2023
Sentenças variam de 13 anos a 16 anos e seis meses de prisão
Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilO plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) definiu entre 13 anos e 16 anos e seis meses de prisão as penas de mais cinco condenados pelos atos de 8 de janeiro, quando as sedes dos Três Poderes, em Brasília, foram invadidas e depredadas.
Os réus já haviam sido condenados na última terça-feira (07), quando se encerrou o julgamento no plenário virtual do Supremo, em que os ministros votam de forma remota, sem debate direto. Entretanto, na ocasião não houve consenso sobre a dosimetria das penas – o cálculo que leva à sentença final.
Na noite desta sexta-feira (10) foi publicada decisão média, que fez uma ponderação entre os diferentes entendimentos, resultando na pena final. Todos os cinco réus foram presos no Palácio do Planalto, em flagrante, pela Polícia Militar.
Cada um foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) pelos crimes de associação criminosa armada, abolição do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e depredação de patrimônio protegido da União.
Com mais essas condenações, chega a 25 o número de condenados pelo Supremo por envolvimento nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro.
Confira a pena recebida por cada um dos condenados:
Fabricio de Moura Gomes, de 45 anos e origem em São Paulo; recebeu pena de 16 anos e seis meses.
Moisés dos Anjos, 61 anos, de São Paulo; pena de 16 anos e seis meses
Jorginho Cardoso de Azevedo, de 62 anos, proveniente de São Paulo; pena 16 anos e seis meses
Rosana Maciel Gomes, 50 anos, de Goiás; pena de 13 anos e seis meses
Osmar Hilbrand, de 53 anos, origem em Minas Gerais; pena de 13 anos e seis meses
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Este é o Brasil, que foi tomado na mão grande por verdadeiros canalhas, enquanto o senhor Alexandre de Moraes condena patriotas, seus comparsas no Ministério da Justiça, recebem condenados,traficantes para reuniões e rota de planos. NBeste momento, me dá mais nojo ainda destes generais vendidos, que entregaram o país aos criminosos.