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Geral Supremo vota a favor da Petrobras e derruba ação trabalhista de 47 bilhões de reais

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A Petrobras, por meio de sua assessoria de imprensa, afirma que vem cumprindo rigorosamente os termos ajustados em comum acordo com as entidades sindicais.

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
A Petrobras, por meio de sua assessoria de imprensa, afirma que vem cumprindo rigorosamente os termos ajustados em comum acordo com as entidades sindicais. (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

A maioria da Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) se posicionou a favor da Petrobras em processo trabalhista que poderia custar à empresa R$ 47 bilhões, maior valor já contestado por seus empregados. Dos cinco ministros que participaram do julgamento, três já votaram contra o recurso de um grupo de sindicatos trabalhistas contra a decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes, de julho do ano passado, favorável à companhia. Dias Toffoli e Cármen Lúcia acompanharam o voto de Moraes, relator do processo iniciado na última sexta-feira.

O ministro Luís Roberto Barroso se declarou suspeito, porque teria ligação com alguma das partes do processo e, por isso, não votou. Falta ainda a manifestação do voto da ministra Rosa Weber que, ainda que seja favorável aos trabalhadores, não vai conseguir reverter a posição da maioria.

O processo trata do cálculo de remuneração acertado no acordo coletivo de 2007 e aplicado pela empresa – a RMNR (Remuneração Mínima por Nível e Regime), que fixou um piso salarial para as ocupações. Sindicatos reclamam da inclusão de adicionais nessa remuneração.

A interpretação da FUP (Federação Única dos Petroleiros) é de que a RMNR gerou uma série de distorções salariais para os trabalhadores de áreas industriais, expostos a ambientes nocivos à saúde. O argumento da entidade é de que adicionais legais, como os de periculosidade, noturno, confinamento, entre outros, não podem ser comprimidos na RMNR, como fez a Petrobras.

A Petrobras, por meio de sua assessoria de imprensa, afirma que vem cumprindo rigorosamente os termos ajustados em comum acordo com as entidades sindicais em 2007 e que o questionamento sobre os pagamentos na esfera judicial ocorreu somente em 2010, três anos após a assinatura do acordo coletivo que trata do assunto.

Os trabalhadores saíram vitoriosos em julgamento no TST (Tribunal Superior do Trabalho), em 2018. Mas, no ano passado, Moraes acatou recurso da Petrobras, no STF, ao concluir que o acordo não suprimiu ou reduziu direitos trabalhistas e que não houve violação ao princípio de isonomia entre os empregados da petrolífera.

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Adalberto Meneguzzi
15 de fevereiro de 2022 03:41

Parabéns ao STF!
Essa “justiça” trabalhista já destruiu milhares de empresas.

Vanderlei Ochoa
15 de fevereiro de 2022 19:07

Josias Teodoro rde ervoso

Josias Teodoro
15 de fevereiro de 2022 15:53

Coisa mais xata esse imbecil toda hora querendo adivinhar o que os outros pwnsam ou sentem, tu incorpora o espírito da Mãe Diná???pqp

Vanderlei Ochoa
15 de fevereiro de 2022 10:35

Agora o stf presta para os vôs mitantes ..quaquaquaquaqua

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