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Rio Grande do Sul Suspeito de executar vereadora no Interior do RS é preso preventivamente

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Parlamentar do PT foi morta a facadas na cidade de Formigueiro, no dia 16 de junho. (Foto: Reprodução/Faceebook)

A Polícia Civil prendeu preventivamente nessa sexta-feira (20) um suspeito do assassinato da vereadora Elisiane Rodrigues dos Santos, do município de Formigueiro (Centro-Oeste gaúcho). Em coletiva de imprensa, a corporação detalhou que o ataque foi cometido, na noite de segunda (16) sob encomenda de uma facção criminosa à qual o filho da parlamentar supostamente deve determinada quantia relacionada a drogas.

O delegado local Antonio Firmino Neto, responsável pelo caso, não revelou a identidade do investigado. Adiantou, porém, tratar-se de um jovem de 18 anos, vizinho da vítima e que confessou ter agido por ordem de um líder do grupo. “O mandante determinou a execução para que o filho da vereadora sofresse”, declarou.

A parlamentar foi encontrada morta na manhã do dia seguinte, ao lado de seu automóvel em uma estrada de terra na localidade rural de Rincão dos Machado, em um ponto desguarnecido de videomonitoramento. Manchas e respingos de sangue no banco e no para-brisa indicam que o ataque começou no interior do carro.

Em depoimento, o​ executor relatou ter atraído a vereadora para o local com uma falsa oferta de venda de carne. Ele  então esfaqueou e degolou Elisane a ponto de quase decapitá-la. Depois, livrou-se do celular da vítima e da arma usada no ataque, jogando tudo em um açude.

A investigação agora tem como foco a identificação e prisão do mentor do assassinato. O filho da parlamentar também deve ser ouvido nas próximas horas.

Elisane tinha 49 anos, era técnica de enfermagem, auxiliar de análises clínicas em um hospital do município e defensora de causas sociais ligadas a comunidades quilombolas, dentre outros segmentos. Ela estava em primeiro mandato, pelo PT, além de ser a única mulher ente os nove integrantes da atual legislatura da Câmara Municipal.

Manifestações

A prefeitura de Formigueiro decretou luto oficial de três dias. No âmbito do MPRS, o caso é acompanhado pelo promotor Guilherme Castelhone Chagas, que declarou: “A vereadora foi alvo de um ato brutal e que exige resposta firme das instituições”.

O crime causou comoção social, sobretudo entre outras líderes femininas da região. A prefeitura de Formigueiro decretou três dias de luto oficial e a bancada do PT na Câmara local emitiu nota de pesar, destacando a relevância da atuação da vereadora em prol de grupos sob vulberabilidade social e econômica.

Em março, o engajamento de Elisiane a causas sociais motivou sua inclusão entre as homenageadas pela edição 2025 do prêmio “Mulheres de Luta”. A honraria é concedida pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.

(Marcello Campos)

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Vanderlei Ochoa
21 de junho de 2025 13:46

Por quê não te identifica, psicopata?

Apolônio Chuwats
21 de junho de 2025 13:15

Nada se perdeu.

Vanderlei Ochoa
21 de junho de 2025 13:43

A que ponto chegamos.

Glaucio Dos Santos Brum
21 de junho de 2025 13:46

Não foi um ataque à democracia, mas sim, um acerto de contas comum aos que se envolvem no mundo das drogas. Nesse meio, o fim é, normalmente, a prisão ou a morte, seja do envolvido diretamente com o crime organizado, seja dos familiares, que acabam pagando a conta dos erros conscientes dos outros. Bom, há quem seja a favor da liberação e do uso das drogas, inclusive na cúpula do judiciário… Fazer o que?

Sergio Pretto
21 de junho de 2025 16:12

“o​ executor relatou ter atraído a vereadora para o local com uma falsa oferta de venda de carne”. aH FAZ O FAVOR né, estorinha prá boi dormir.

Sergio Pretto
21 de junho de 2025 16:13

A intenção é só uma, associar a vereadora com criminosos e drogas. Os verdadeiros assassinos devem estar rindo a toa.

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