Terça-feira, 21 de julho de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Tarifas adicionais da China à carne bovina brasileira preocupam a Fiergs

Compartilhe esta notícia:

Em 2025, o Rio Grande do Sul exportou US$ 309,7 milhões em carne bovina para o mundo. (Foto: Reprodução)

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) manifestou nessa segunda-feira (20) preocupação com a iminente aplicação de tarifas adicionais pela China sobre as importações de carne bovina brasileira, em razão do esgotamento da cota anual destinada ao Brasil. “Na prática, o limite de exportações já se encontra comprometido pelos embarques realizados e em trânsito, o que poderá elevar a tributação para 67% sobre os volumes excedentes”, aponta a Fiergs.

Segundo a entidade, “a medida reduz a competitividade da carne bovina brasileira, cria incertezas para a indústria frigorífica e poderá afetar diretamente a cadeia produtiva gaúcha, exigindo o redirecionamento de parte da produção para outros mercados em um cenário internacional cada vez mais competitivo”.

“Em 2025, o Rio Grande do Sul exportou US$ 309,7 milhões em carne bovina para o mundo. A China foi o principal destino das exportações gaúchas do setor, respondendo por 41,9% do total embarcado. A nova restrição poderá impactar diretamente a indústria frigorífica, os produtores rurais, o emprego e a geração de renda no Estado”, destaca a federação.

Para o presidente da Fiergs, Claudio Bier, é fundamental que o governo brasileiro intensifique o diálogo com as autoridades chinesas para buscar uma solução compatível com a importância da parceria comercial entre os dois países. “O Brasil consolidou-se como um fornecedor estratégico e confiável para atender à crescente demanda chinesa por alimentos. Esperamos que prevaleça o diálogo para a renegociação dos volumes das cotas, adequando-as à atual capacidade exportadora brasileira e às necessidades do mercado asiático. Uma solução negociada preserva a competitividade da indústria, garante segurança ao abastecimento e fortalece uma relação comercial de interesse mútuo”, afirma Claudio Bier.

A Fiergs informou ainda que “acompanhará a evolução das negociações e reforça a importância de uma atuação coordenada entre governo e setor produtivo para preservar a competitividade das exportações brasileiras e minimizar os impactos sobre a indústria do Rio Grande do Sul”.

 

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

2 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Marco tulio ramalho
21 de julho de 2026 08:51

O ladrão diz que é culpa do Bolsonaro.

Eloa Gute
21 de julho de 2026 08:40

Se está excedendo a produção da carne, o mercado interno é muito grande, deixe de ser gananciosos e baixe o preço que ninguém vai perder carne nenhuma, até parece que não sabem disso!

Fecomércio-RS reúne pré-candidatos ao Senado e apresenta propostas para ampliar a competitividade dos setores produtivo e turístico
Exportações da indústria gaúcha no primeiro semestre alcançaram quase 8 bilhões de dólares
Pode te interessar
2
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x