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Notícias Tática para barrar impeachment deteriora relação entre Dilma e Temer

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Se Dilma viajasse, Temer assumiria o governo (Foto: Antonio Cruz/Abr)

A crise na relação pessoal entre a presidenta Dilma Rousseff e o vice Michel Temer se agravou, graças à versão dada pelo Palácio do Planalto à reunião que os dois tiveram. De acordo com o ministro Jaques Wagner (Casa Civil), Temer dissera a Dilma que o pedido de impeachment em tramitação na Câmara dos Deputados não tinha “lastro” constitucional.

Por meio de sua assessoria, ele afirmou que não tratou desse assunto com a mandatária e que, como presidente nacional do PMDB, também não vai se manifestar sobre essa questão enquanto o partido não tiver uma posição definida sobre o tema.

A petista e o peemedebista não se falavam há quase 15 dias. Ambos se distanciaram depois que ele deixou a articulação política. A última vez que estiveram juntos foi em 24 de novembro, no evento sobre migração de rádios AM para FM. Antes, eles haviam ficado mais de um mês sem conversar a sós.

Temer concorda que há divisão no PMDB sobre o impeachment. Como vice de Dilma e presidente do partido, não trata do assunto. Mas mandou sua assessoria desmentir que houvesse dito que não havia “lastro” para o processo. O movimento do peemedebista abortou uma articulação palaciana para pedir a ele uma condenação formal do pedido de impedimento, como aconteceu com outras autoridades.

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