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Porto Alegre Técnicos de enfermagem são presos por violação sexual de uma paciente em hospital de Porto Alegre

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Mulher foi tocada nas partes íntimas durante "exame" no quarto. (Foto: Freepik)

A 1ª Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) prendeu preventivamente dois técnicos de enfermagem investigados por violação sexual mediante fraude em um hospital de Porto Alegre. De acordo com a titular da unidade, Thais Dias Dequech, o crime teve como vítima uma paciente de 39 anos, internada na instituição de saúde.

O caso chegou ao conhecimento da Polícia Civil no dia 22 de julho, a partir de denúncia realizada por um familiar da mulher e corroborada por outros funcionários do estabelecimento – não informado pela corporação, mas extraoficialmente circula a informação de que o incidente teve como local o Ernesto Dornelles, localizado na avenida Ipiranga e um dos mais tradicionais da capital gaúcha.

Tudo começou com a desconfiança, por parte da paciente, em relação a um procedimento ao qual foi submetida no quarto onde hjavia sido instalada (não há detalhes sobre o motivo da internação). Conforme o relato, a ação abusiva foi cometida por um dos técnicos de enfermagem que cumpriam plantão naquele momento, acompanhado de um colega.

A dupla realizou uma espécie de “exame” envolvendo toque íntimo na mulher, que ainda teve os seios apalpados. Suspeitando ters sido alvo de um possível abuso, ela compartilhou o fato com a chefia da equipe de enfermagem, que levou o caso adiante.

Consta no inquérito que a violação resultou de uma combinação prévio entre os dois técnicos de enfermagem e inclui tentativa posterior de ocultar o abuso. Eles foram então indiciados pelo crime de violação sexual mediante fraude (artigo 215 do Código Penal Brasileiro) e tiveram sua prisão preventiva decretada na sexta-feira (10) passada.

Seus nomes também não foram detalhados. Em caso de condenação, estão sujeitos a penas de dois a seis anos de cadeia. Não se sabe se há outras denúncias apresentadas anteriormente contra eles.

Com a palavra…

“Houve uma investigação minuciosa, conduzida com rigor técnico, sensibilidade e profundo respeito à vítima, em uma atuação condizente com nosso papel essencial, que é o de garantir que crimes contra a dignidade feminina não permaneçam impunes”, ressaltou a delegada.

Taís acrescenta: “A agilidade na execução dos mandados evidencia o comprometimento e eficiência da Polícia Civil, que transforma dor e silêncio das vítimas em resposta concreta. Cada prisão representa o cumprimento de uma ordem judicial e também um gesto de reparação e esperança a mulheres que buscam justiça.

(Marcello Campos)

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