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Mundo Tentativa de prender presidente destituído da Coreia do Sul é suspensa em meio a tumulto e barreira de guardas presidenciais

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A tentativa de prisão foi frustrada por uma barreira de soldados e guardas presidenciais, além de uma multidão

Foto: Reprodução de vídeo
A tentativa de prisão foi frustrada por uma barreira de soldados e guardas presidenciais, além de uma multidão. (Foto: Reprodução de vídeo)

Em meio a um tumulto e após mais de cinco horas de impasse, autoridades da Coreia do Sul suspenderam temporariamente nesta sexta-feira (3) a operação para cumprir o mandado de prisão expedido contra o presidente destituído Yoon Suk Yeol.

A tentativa de prisão foi frustrada por uma barreira de soldados e guardas presidenciais, que impediram que policiais e promotores chegassem até Yoon, que continua morando no palácio oficial da presidência, em Seul. Uma multidão de apoiadores que se aglomerou em frente à residência também dificultou a operação.

“Determinamos que seria praticamente impossível executar o mandado de detenção devido ao confronto contínuo [com as forças de segurança da presidência] e suspendemos a execução por preocupação com a segurança do pessoal no local, causada pela resistência”, afirmou o Escritório de Investigação de Corrupção sul-coreano em nota à imprensa.

A ordem de prisão tem validade até segunda-feira (6) e permite que a polícia mantenha Yoon preso por, no máximo, 48 horas para interrogatórios.

Yoon é alvo de um mandado de prisão expedido no dia 31 de dezembro, após ele se recusar a cumprir diversas convocações para prestar depoimentos à Justiça. O político está sendo investigado criminalmente por insurreição depois de decretar a lei marcial no país, que restringiu direitos civis no início de dezembro. A medida levou Yoon a sofrer um impeachment aprovado pelos parlamentares.

A destituição definitiva do posto de presidente está sendo julgada pelo Tribunal Constitucional sul-coreano, que tem até seis meses para decidir se acatará a decisão do Parlamento.

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