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Viagem e Turismo Trem Miami-Orlando: o que sabemos sobre a ferrovia da Flórida que terá até estação na Disney

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Trem da Brightline, ferrovia que ligará Miami a Orlando no começo de 2023. Foto: Reprodução/Wikimedia Commons)

Entre as novidades mais aguardadas de Orlando, uma não fica nos parques temáticos. O Brightline, trem de alta velocidade que já conecta Miami a West Palm Beach, no litoral sul da Flórida, chegará à região central do estado no começo de 2023. Por representar uma alternativa inédita à conexão aérea e às viagens de carro, o serviço ferroviário entre os dois grandes polos turísticos do estado vem sendo esperado com ansiedade tanto por viajantes quanto pelas empresas do setor. Abaixo, veja o que já se sabe sobre o trem entre Miami e Orlando.

– Quando a rota será inaugurada? O Brightline começou a operar entre Miami e Fort Lauderdale em 2018, e desde então se fala sobre a expansão para Orlando. Depois de sucessivas mudanças de planos, a previsão atual é que o serviço comece a operar com passageiros no começo de 2023, mais provavelmente no mês de fevereiro.

– Onde será a estação de Orlando? A estação será conectada ao Terminal C do Aeroporto Internacional de Orlando, que está em construção. O novo terminal será maior e mais moderno que os demais e deve concentrar os principais voos internacionais. O aeroporto fica a cerca de 30 quilômetros do Walt Disney World e a 25 quilômetros do Universal Orlando Resort.

– Quando tempo levará a viagem? Estima-se que o trem levará até três horas para percorrer os pouco mais de 270 quilômetros que separam Miami de Orlando. Em alguns pontos, entre West Palm Beach e Orlando, a composição poderá atingir uma velocidade máxima de 201 km/h. Mas em outros, como o trecho entre Miami e West Palm Beach, por casa da quantidade de estações (Fort Lauderdale, que já existe, e Aventura e Boca Raton, que devem ser inauguradas ainda em 2022), a velocidade máxima será de 127 km/h.

– E o preço? Representantes da Brigthline presentes na edição mais recente do IPW, o maior encontro do turismo dos Estados Unidos, que aconteceu na última semana em Orlando, afirmaram que ainda não há uma tabela de tarifas para o serviço, mas estimam que o bilhete deve custar em torno dos US$ 100. Há também a possibilidade de se cobrar a mais por malas despachadas no vagão bagageiro, por exemplo.

– Vai dar para chegar de trem nos parques? Não nesta próxima fase de expansão, programada para começo de 2023. Para a terceira fase da ferrovia, ainda sem data de conclusão, estão previstas ao menos mais duas estações. Uma delas é em Disney Springs, o antigo Downtown Disney, centro comercial e gastronômico do Walt Disney World que funciona como uma espécie de hub de transporte interno para os parques e hotéis do complexo.

Há ainda um projeto do Universal Orlando Resort de instalar uma estação ferroviária anexa ao terreno onde está construindo seu quarto parque na cidade, o Epic Universe. Essa estação, que atenderia também o Orange County Convention Center, faria parte da ferrovia Sun Rail, que já conecta Orlando a cidades da região, e poderia ter uma conexão com o trecho do Brightline entre o aeroporto de Orlando e Disney Springs.

– Onde será a estação final? Quando a terceira fase de expansão da linha sair do papel, a parada final será na cidade de Tampa, na costa oeste da Flórida. A cidade, uma das principais do estado, vem crescendo como destino turístico, apostando em novos hotéis de luxo e numa gastronomia cada vez mais sofisticada. Tampa funciona também como base para quem quer explorar parques temáticos como Busch Gardens, Legoland (e a nova área de Peppa Pig), e para charmosas cidades litorâneas da região, como St. Petersburg e Clearwater. É possível que o terminal fique no histórico bairro de Ybor City.

– Como é o trem? As composições pintadas em branco, preto e amarelo usadas pela Brightline têm capacidade para até 248 passageiros, divididos em duas classes. Na Select, a mais cara, há fileiras com duas e uma poltrona, e também mesas para quatro pessoas, com direito a bebidas e snacks incluídos. Já na Smart, mais econômicas, as poltronas são separadas por um corredor estreito, e as bebidas são pagas a parte. Os trens contam com Wi-Fi. As informações são do jornal O Globo.

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